Peru, Bolívia e Chile – Parte 9 – Final

05/06/2009 – Dia 21 – San Pedro de Atacama

 

Nesse dia embarcamos para tour pelo Salar de Tara. Foi bem legal o passeio! Paramos em uma laguna congelada que o Victor disse que moram uns 5.000 flamingos no verão. Nesse dia já não tinha nenhum…

 

As outras paradas também foram em lugares bem bonitos…

 

No destino final tivemos um almoço dos mais fartos que tivemos em todos os passeios! E eu estava morrendo de fome. Comi muito!!! E ainda sobrou comida no final!

 

Lugar lindo, com aves muito belas e um último flamingo esquecido… Não sei o que aconteceu com ele… Se é muito novo e não se ligou que tinha que ir atrás dos outros… Se esse era muito esperto e percebeu que sozinho tinha mais comida para ele… Sei lá… Eu sei que o bicho estava lá sozinho… Sorte nossa!

Aí foi só voltar para o hostel bem feliz!!!!

 

06/06/2009 – Dia 22 – San Pedro de Atacama

Levantamos ridiculamente cedo para sair para o incerto hiking no Vulcão Lascar.

No dia anterior tivemos uma conversa com o guia… Cara bem gente boa! Não me lembro o nome dele agora, mas ele era famoso por lá… Nesse dia mesmo ele estava mostrando uma reportagem com ele sobre esses esportes…
Ele falou sobre algumas coisas e disse que sem duvida conseguiríamos chegar até a cratera do vulcão… Explicou alguns procedimentos, nos orientou em relação ao que levar e o que comer na noite anterior… Como seriam nossos passos durante a subida… A velocidade, as paradas… Foi bem detalhista. A Dé estava um pouco mais apreensiva, mas acho que depois da conversa deve ter relaxado um pouco, pois o cara manjava muito e passou uma confiança muito grande para nós.

Fomos nós naquele frio insano que é impossível se acostumar, mesmo depois de 20 dias seguidos de frio bravo…

Junto no carro estava uma européia e um venezuelano que morava na Espanha… Muito engraçado o cara!!! Ele tinha morado com um brasileiro e ficou o tempo inteiro falando palavrões em português com aquele sotaque!!!!! Ele falava muita besteira! Demos muita risada com ele!

Chegamos no ponto de partida ainda antes de amanhecer. O guia nos preparou um café e começamos a nos aprontar.
A cratera do Vulcão Lascar fica a 5.600 metros acima do nível do mar. O carro, segundo o guia, pára por volta dos 4.500.

 

Então começa a subida……..

 

É bruto o negócio… Passo pra cá, passo pra lá e a cratera ainda lá longe… É muito íngreme e respirar ali não é fácil…

 

Três horas e meia depois, antes até do previsto, chegamos até a cratera do vulcão!!! Conseguimos!!!!!!!!!!

Estava exausto, mas extremamente feliz! Subir até a cratera de um vulcão ativo a 5.600 m.a.n.m. não é pouca coisa…

 

O cheiro de enxofre é forte ali…

 

Poucos minutos depois que chegamos já iniciamos a descida. Assim que eu comecei a descer minha cabeça começou a doer muito… E assim foi aumentando até eu chegar no carro… Demorei uns 40 minutos para descer… Quando cheguei lá já estava doendo de um jeito que eu nem sabia que era possível doer…

A Dé acha um moletom meu que estava em baixo dela e me mostra… Eu peguei aquele moletom e enrolei na cabeça na esperança de ajudar em alguma coisa… Já não estava nem raciocinando mais essa hora!

Fora o guia, a Dé foi a única que não sentiu nenhum efeito da altitude… A gringa se queixou um pouco e o venezuelano passou muito mal!

Uma hora que paramos um pouco na volta o cara me some… Olhamos para um lado, para o outro… Nada… Aí vemos ele se levantando de trás do carro após botar absolutamente tudo que tinha no estômago pra fora! Coitado… Estava pior que eu!

Voltei acabado, mas certo de que fiz uma escolha muito acertada de subir lá. Que experiência!

 

 

07/06/2009 – Dia 23 – San Pedro de Atacama / Calama

Esse era o nosso último dia de San Pedro e o transfer viria nos pegar no início da tarde. Ainda tínhamos um último passeio, só para relaxar, nas Termas de Puritana.

Só que as coisas começariam a se complicar nesse dia… 😦

A Débora acordou com um mal estar que não conseguia explicar o que era… Já havia acordado de madrugada por causa disso, mas conseguiu voltar a dormir.

Como não estava bem e não tinha dormido bem, disse então que preferia ficar no quarto para dormir mais um pouquinho e se recuperar… Ela disse que estava bem e que eu deveria ir no passeio. Bom, como estava tudo aparentemente bem, o passeio só durava meio dia e qualquer coisa tinha os donos da pousada que poderiam ajudá-la se fosse o caso, acabei indo sozinho ao passeio.

Só íamos eu e ela. Como ela não foi, fui sozinho com o motorista… Ótimo, assim não precisava ficar lá até a hora do fim do passeio.

O lugar é legal… Inusitado… Aquele monte de água em um lugar absolutamente seco.

É um rio de águas quentes onde existem pequenas piscinas que são extremamente relaxantes… Depois de 22 dias de viagem e um vulcão no dia anterior, era tudo que alguém poderia querer!

 

Fiquei lá umas 2 horinhas e já falei com o cara para irmos embora…

 

Quando cheguei a Débora já havia levantado e tomado seu banho. Estava tudo bem aparentemente…

Bom, tomei meu banho, comemos um monte de coisas que ainda tínhamos e ficamos brincando com os gatinhos da pousada até que o transfer viesse nos pegar.

 

O transfer chegou, colocamos nossas malas, entramos e imediatamente começou um pesadelo para a Débora…

Ela começa a se contorcer de dor… Não tínhamos nem começado a andar direito… E ela gemendo alto de dor no carro… Virava para cá, virava para lá… Sentava, deitava… Dobrava, ficava reta… E a dor não passava.

Eu já imaginava o que era, mas não tinha como ter certeza. Eu só queria saber de chegar o mais rápido possível em Calama.

O pessoal do transfer todo olhando e não tinha muito o que fazer… Uma hora ela estava gritando de dor e os caras pararam para ela descer… Bom, não adiantou muito… Voltamos e falei para ele ir o mais rápido que pudesse.

A mulher do transfer nos emprestou o telefone para ligarmos para o seguro saúde que tínhamos contratado… O pessoal do seguro nos indicou um hospital em Calama.

O transfer deixou primeiro o pessoal no aeroporto e nos deixou na porta do hospital… Entrei no hospital carregando mochilas grandes, mochilas pequenas, câmeras, namorada… Parecia que tinha 6 braços…

Fizemos a ficha e esperamos… Era um Domingo no final da tarde… Não tinha muitos médicos e começou a demorar um pouco o atendimento… Eu fui pedir para apreçar o negócio, mas não adiantou muito… Aí uma mulher que viu ela se contorcendo de dor foi lá e também falou para atender a Dé primeiro… Aí então eles foram lá e pegaram ela… Foi um alívio…

Agradeci a mulher, deixei as coisas atrás de um balcão e fui lá com ela… Nossa, ela estava mal! Gemia sem parar! Tinha uma mãe com a filha nessa mesma sala de pré atendimento… A menininha ficou olhando com uma cara de assustada… Perguntou para a mãe o que ela tinha… “Estás enferma!” Hahaha!

Foi examinada e colheram sangue para analises. O medico era bom… Deu toda atenção para ela… Depois teve troca de turno… Explicamos para o outro medico de novo as coisas, ele recebeu os exames e concluiu o que eu imaginava… Era pedra no rim!

No final das contas, foi um alívio para mim… Temia que poderia ser algo pior…

Bom, mandaram um monte de remédio para a veia dela, principalmente para controlar a dor, e receitou mais uns para comprarmos na farmácia para ela aguentar até chegarmos no Brasil.

Quando ela estava quase para ser liberada, ela ainda estava com dor e pediu mais remédio… Bom, o cara então deu!!!!

Ela ficou grogue!!!!! Lesadinha!!!!!! Haha!
Foi de cadeira de rodas até a recepção do hospital e não conseguiu levantar da cadeira… O médico se despediu, mandou o tradicional “soerte” e esperou ela sair da cadeira para voltar para dentro… E quem disse que ela levantava!!!!!! Hahahaha!
Não sabia nem onde estava!!!!

Demorou, mas tirei-a da cadeira de rodas e coloquei-a na recepção do hospital.

Nisso tudo já se passaram umas 6 horas… Já era madrugada, nosso vôo já tinha pousado em Santiago há tempos e eu não tinha a menor ideia do que iria fazer…

Saí então pela avenida deserta no meio da madrugada em busca de um taxi… Andei um pouco e achei um terminal rodoviário que tinha só um taxi parado na frente. Não tinha escolha… Fui lá falar com o cara… Era um cara meio estranho, mas estava valendo… O taxi dele era todinho revestido por dentro com uma espécie de carpete peludo, tinha luz negra e um mini globo giratório de vidro dentro…

Foi treta, mas não tinha escolha. Arrastei namorada e bagagem para dentro e pedi que me levasse para qualquer lugar que tivesse um quarto para passar a noite…

Deveria ter pensado em algo mais criativo para falar………

Ele me leva em uma pousada bem zuada perto do centro da cidade… Bom, sem escolhas, lá vamos nós.

Nesse momento passei a me sentir em um filme desses classe C que passam na Band na madrugada…
Desci de um taxi daquele e entrei na pousada arrastando a Débora e nossas coisas… O cara da pousada não era nada menos estranho que o cara do taxi… Acomodei a Dé em uma única cadeira que tinha na recepção e fui falar com ele… Parecia aquelas cenas do cafetão com uma mina drogada parando naqueles motéis de beira de estrada na Route 66.

Peguei um quarto e lá fomos nós… Claro que era no andar de cima!!! Lá fui eu e minha “bagagem” completa pela escada!

Nem sei que horas já era isso… Enfim dormimos…

 

 

08/06/2009 – Dia 24 – Calama

De dia a pousada nem pareceu tão macabra assim, mas longe de ser um primor também! Passei um frio desgraçado nessa noite… Não foi brincadeira!

Fomos então à farmácia comprar os remédios para ela e depois para o aeroporto tentar embarcar no próximo vôo para Santiago. Ainda tínhamos esperança de pegar nosso vôo para SP nesse dia.

No aeroporto descobrimos que não havia mais vôos para Santiago naquele dia e não seria possível remarcar a passagem por lá. Teríamos que ir até a loja da Lan no centro de Calama e ver se conseguiríamos marcar nossas passagens para o dia seguinte.

O pior é que como não iria ter mais vôos lá até de noite, o aeroporto ficou vazio em questão de minutos… Não tinha mais ninguém! Encontramos então uma menina que trabalhava lá e ela tinha o numero de um taxista que chamou para ir nos tirar de lá!!!!

Nesse dia arrumamos uma pousada melhor para ficar, remarcamos nossas passagens na Lan e fomos conhecer a cidade. Lá não tem nada para fazer, apesar de ser uma cidade arrumadinha, com algumas opções para comer e fazer compras.

 

09/06/2009 – Dia 25 – Calama / Santiago / São Paulo

Estávamos tranqüilos em relação a dor da Débora, pois o remédio era muito forte e estava fazendo o efeito esperado. Ela ficava tranqüila enquanto sob efeito do remédio… Não precisava nem ajustar o despertador para lembrar a hora de tomar… Chegava na hora do remédio e ela já começava a sentir a dor voltando… Batia certinho com a hora de tomar outro comprimido!

Infelizmente não pude ficar um dia em Santiago como havia planejado… Já estive lá, mas existem alguns lugares que não conheci e gostaria de conhecer. Bom, vai ficar para a próxima.

Nesse dia pouco fizemos… Foram só aeroportos, morfina em comprimido e chegar em casa de noite, completamente esgotados, desidratados, com a saúde abalada e certos de que foi uma das viagens mais especiais que fizemos!

Precisava de umas férias quando cheguei…

The End!

PS.: A Débora tinha 3 pedras em seu rim. Uma foi expelida e outras duas ainda estão lá com ela até hoje… Enquanto não se mexem, vão ficar por lá mesmo!!!

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Cancún

Olá Viageiros!

Fiz essa viagem para Cancún entre os dias 21 e 28 de Maio de 2011.

Cancún é muito mais que aquela cidade artificial da zona hoteleira com baladas para adolescentes… Muito mais!!!! Tem coisa para fazer todo dia ali na região para ficar umas 2 semanas. Eu infelizmente só fiquei uma.

Cada lado que íamos, o mar tinha um tom de azul diferente… Um mais bonito que o outro. O mar lá é espetacular!!!

Voei desde Miami pela American Airlines, que estava com um preço muito bom.

Não saí de noite para nenhuma balada, pois acordava muito cedo todos os dias e de noite a bateria já estava acabando. Ficar velho é uma merda!!!!!!!

Apenas saia para jantar em algum lugar e depois voltava para o hotel. Fiz tudo de ônibus. É muito fácil e seguro andar de ônibus de linha pela zona hoteleira.

Todos os dias que ficamos lá fez muito sol. Pelo que nos disseram, só chove de Outubro a Dezembro. No resto do ano o tempo está sempre ensolarado.

Lá o pessoal pede gorjeta para tudo… Então tem que computar esse custo no preço dos passeios.

Os lugares mais badalados em Cancún são, mais ou menos, do km 8 até o km 12 da avenida dos hotéis. As principais atrações da zona hoteleira estão nesse pedaço.

Vamos lá:

21/05/2011  –  Miami – Cancun

Cheguei em Cancun por volta do meio dia. Na saída do aeroporto tem um milhão de pessoas oferecendo transporte e tours. Tem também um pessoal que parece que é da prefeitura que passa informações turísticas.

Eu tinha visto no site Mochileiros.com que é possível ir de ônibus de linha para a zona hoteleira, mas quando vi o transtorno que seria isso com as malas, preferi ver outra opção. As opções são as vans e o táxi. Fomos então de van, que é bem mais barato. Eles ainda fazem a volta por menos da metade do preço, então vale a pena.

Cheguei no hotel, o Royal Islander. Muito bom. Gostei bastante. O hotel fica por volta da altura do Km 16 da avenida hoteleira.

DSC_0419 Vista do quarto

DSC_0422 Hotel

Fui então para a piscina do hotel curtir um pouco, pois sabia que os outros dias seriam corridos e pouco ficaria no hotel.

Mais tarde saí para fechar os tours que faríamos nessa semana. Para ter uma base de comparação, fizemos um orçamento na agência dentro do hotel.

Fui para a região mais movimentada da avenida hoteleira em busca de outras agências e preços melhores.

Ali perto do Km 8 da avenida, existem algumas “agências” de turismo que são barraquinhas na calçada. O preço ali é muito mais barato. Muito mesmo.

Nós fechamos com o Ismael, que é o primeiro cara que tem. Fica na frente de uma farmácia. Ele foi muito gente fina com a gente. Nos passeios que não estava incluído o transporte, ele foi nos buscar no hotel e até nos pegar de volta quando foi mais longe o passeio.

Valeu muito a pena. Os preços eram tão melhores que nem chorei para ele abaixar mais.

Fiquei um pouco receosos de fechar negócio com alguém no meio da rua e por tão menos, mas já sabia que encontraria algo parecido com isso e fizemos tudo lá mesmo!

Depois disso andei mais um pouco por lá, fiz umas compras de comida para deixar no quarto e voltei para o hotel.

Transporte lá é sempre de ônibus. O valor da passagem se não me engano era 8,50 pesos. Se for em dólar, alguns devolvem troco para US$ 1,00, alguns não.

 

22/05/2011 – Cancún – Xel-Há

Nosso primeiro passeio foi para o Xel-Há. Escolhemos o Xel-Há entre as 3 opções dos principais parques.

Tinha a opção de incluir as ruínas de Tolun no passeio, mas acabamos que não optamos por isso, pois não daria tempo de curtir tudo nem em um, nem em outro.

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Foi um dia bem legal. O parque é muito bonito e tem muitas atividades. Nós fizemos quase todas as atividades que não tinham nenhum custo extra.

Achei que valeu muito a pena o passeio. Muito recomendado!

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DSC01076 Acho que só o feijão eu reconheço daí!!!!! 🙂

 

23/05/2011 – Playa Del Carmen / Cozumel

Tiramos esse dia para nosso mergulho. Fomos então para Playa Del Carmen para de lá sairmos para Cozumel.

Fomos de ônibus de linha até a rodoviária e de lá pegamos um ônibus para Playa Del Carmen.

Acabou que perdemos muito tempo e não é tão rápido chegar lá. Quando chegamos, todas as operadoras de Mergulho que saem para Cozumel já haviam saído. De Playa del Carmen só sai para mergulho em Cozumel de manhã. Não há saídas de tarde.

Pegamos então a balsa para Cozumel para fazer o mergulho com uma operadora de lá mesmo, que aí não teria problema em sair de tarde.

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Cheguei e já fechei o mergulho no porto mesmo. Depois fui andar um pouco pela ilha. Lá é legal, mas nada demais. Acabei indo para a praça, sentei em um bar e comi uns nachos até a hora do mergulho.

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Saí então para o mergulho. Fomos só em um barquinho bem pequeno, com o capitão e o Dive Master.

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Como tinha hora para voltar, eles nos levaram nos dois pontos de mergulho mais próximos do porto.

A água é muito clara e o lugar muito bonito. Não vi nenhum animal maior, mas foi sem dúvida um mergulho muito legal.

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Depois voltei para Playa Del Carmen e fui caminhar. Lá é muito legal! Uma praia bonita e uma estrutura das mais agradáveis que conheci na viagem. É um clima bem diferente.

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Tem de tudo lá, para todos os bolsos. Fiquei andando por lá um bom tempo.

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Depois voltei para Cancún para descansar para o outro dia.

 

24/05/2011 – Isla Contoy

Fomos nesse dia para a Isla Contoy. Provavelmente o lugar mais bonito que fomos nessa viagem.

Na ilha não existe água doce. A estrutura que existe lá é mínima. Só um micro museu com uma torre e um espaço com mesas para almoço.

São quase 2 horas de barco até a ilha. No barco nos serviram algumas coisas para comer e beber.

Em Cancún os passeios são todos Open Bar!

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Lá mora uma arraia que é completamente domesticada. A galera faz o que quer com ela e ela nem aí! Não deve ter mais a menor ideia de como ir atrás de comida por conta própria!!! O pessoal dá muita comida para ela! É um animal bem bonito e muito dócil.

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A ilha é paradisíaca, com uma areia clara e água transparente.

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O almoço que fizeram lá é bem gostoso. É meio contada a quantidade, mas é suficiente.

Pena que dura pouco e tivemos que ir embora.

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E foi isso por hoje!

 

25/05/2011 – Isla Mujeres

Para Isla Mujeres fui em um veleiro. Fui curtindo o passeio e enchendo a cara no bar do barco!

Esse dia estava um calor infernal. Quando chegamos, não não conseguia nem ir passear pela ilha. Dei uma volta bem rápida por ali e fui para um restaurante na beira do mar para comer alguma coisa antes de ir para a praia onde almoçaríamos.

Essa praia é em uma espécie de clube, então tinha uma estrutura até com piscina, e na praia estávamos apenas o pessoal do tour.

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No caminho paramos para um Snorkel. De todos os que fizemos, esse foi o mais fraco. Não que o lugar era ruim, mas os outros foram de um outro nível.

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E depois nos fizeram ficar relaxando nesse lugarzinho… Vê se pode……. 😉

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Depois do almoço partimos de volta para Cancún. Na volta rolou a maior festa no barco e fomos bebendo tequila até chegar de volta!

Foi bem legal essa festa que fizemos no barco. No final foi isso que mais curti no passeio.

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De noite fui para o shopping jantar e passear um pouco.

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26/05/2011 – Mergulho com Tubarão-Baleia

Nesse dia fomos fazer um snorkel para encontrar os Tubarões-Baleia que de Maio a Setembro estão de passagem por lá.

Infelizmente nessa época eles ainda estão em uma região que a água é turva, mas não atrapalhou muito isso não. Só tinha que tomar cuidado para não entrar na boca do bicho sem querer!!!

Os tubarões são lindos e enormes! São absolutamente dóceis e não estão nem aí pra galera e os barcos por perto. Eles seguem a vida… E nós aproveitamos a boa vontade daquele gigante!

Tem que cair na água duas pessoas de cada vez. Nós entramos 2 vezes na água com ele e demos sorte, pois nas duas vezes estávamos a favor da correnteza e conseguimos acompanhá-lo por um bom tempo. Nós ficamos muito perto dele… Tinha até que desviar de vez em quando para ele não me empurrar ou subir comigo em cima dele!!!

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Apesar da água turva deu para ver tudo direitinho! Sua boca, guelras, olhos… Foi maravilhoso!!!!!!

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Depois que todos estavam satisfeitos, fomos fazer um snorkel em um lugar espetacular. Comemos uns canapés de camarão e voltamos para a cidade.

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Outro passeio inesquecível!!!

 

27/05/2011 – Chichen Itza

Era nosso último dia de passeios em Cancún. Esse tour também fechamos com o Ismael. Diferente dos outros, nesse acabamos pegando um idiota de um guia que estragou bastante o passeio.

O infeliz era, segundo ele, descendente de Maias e passou o passeio inteiro falando que o mundo estava errado e ele estava certo. O cara ficava contando um monte história e falando mentiras para impressionar o pessoal. Fomos pegando um bode do cara, que não conseguíamos mais nem tirar alguma dúvida que tínhamos no passeio com ele… Foi sem noção.

Uma das coisas que rolou foi que uma parada em uma cidade histórica que tem no caminho foi cancelada por ele para que tivéssemos tempo de parar em uma “feira” onde ele claramente tinha grande participação nos lucros, que ele ficou fazendo a cabeça do pessoal o tempo inteiro que todos tinham que comprar lá porque eles faziam de outra forma, artesanalmente, só lá que tinha a energia as pedras, blá blá blá… Lá na zona arqueológica tinha tudo exatamente igual por menos da metade do preço…

Tinha umas tiazinhas tão desesperadas com as coisas que ele falava que elas já estavam até perguntando o tamanho das esculturas que elas tinham que comprar para acontecer aquelas coisas maravilhosas que ele dizia com elas… Juro, foi patético…

Jogamos mais de 30 minutos no lixo…

Ele falou que precisaria de reserva no restaurante que estava nesse lugar da feira de porcarias e que não tínhamos reserva, e por isso, não poderíamos nem parar um minuto nessa cidade histórica.

Quando chegamos lá o lugar estava deserto. Nem antes nem depois tinha nada nem ninguém lá… Desgraçado.

Ah, também falou no caminho que nós teríamos que nos preparar para comer de tudo naquele dia porque era um restaurante que os nativos só serviam comidas exóticas, e que nesse dia experimentaríamos coisas que nunca antes tínhamos provado.

Na hora do almoço tinha arroz, feijão, frango e salada de tomate e alface. De sobremesa tinha flan de caixinha e gelatina……………………………….

Olha, o cara contou tanta mentira que eu nem sei mais o que ele falava. Eu fazia de tudo para nem escutar as imbecilidades.

No caminho para Chichen Itza nós paramos em um Cenote. É um lugar bonito e quem quis pôde nadar um pouco. Pelo que vi em fotos, não é o Cenote mais bonito da região esse que paramos, mas é bem legal, principalmente o feixe de Sol que refletia na água.

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Bom, o sitio arqueológico é muito bonito e bem conservado. Não se pode subir nas pirâmides lá, mas mesmo assim é muito legal o passeio.

O calor nesse dia estava perto de 40 graus e não foi fácil ficar andando. Cada sombra que aparecia eu encostava. Mas no final acabou que vi tudo.

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Tem um Cenote dentro do sítio arqueológico que não se pode descer, mas é bonito lá de cima mesmo.

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DSC_0479 Um Pica-Pau!!!

 

Na volta o cretino do guia ainda disse não poderia entrar no hotel para deixar as pessoas e então deixaria na pista mesmo….

Nossa, reclamei muito com ele… Na hora de descer, ele com aquela cara esperando a gorjeta e eu não dei nem tchau.

Nessa noite fui comer e passear no shopping na zona hoteleira que já havia ido na outra noite. Lugar bacana. O Aquário de Cancun fica lá. Tem muitas lojas de marca e vários restaurantes, com comida mexicana e redes americanas.

 

27/05/2011 – Cancún

Antes de ir fui mais uma vez comer uma comida mexicana, passei uns minutinhos na piscina e fui embora de volta para Miami.

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E assim foi! Até a próxima, Maias!!!

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Chapada dos Veadeiros

Vou começar com os posts de viagens pelo fim. Essa foi a última viagem que fiz antes de começar o blog.

Fui para a Chapada dos Veadeiros. Estive lá para o feriado do dia 15 de Novembro. Fui com um casal de amigos.

Em Novembro a época de chuvas já começou, e por aqueles lados não tem conversa, é chuva mesmo!

Ela atrapalhou um pouco meus planos, pois não saíamos cedo quando estava chovendo, mas não foi nada demais,

Tem um pessoal que eu estava conversando pelo site do Mochileiros que foi para lá nessa mesma época que saía com chuva e tudo pelo que falaram… Colocavam capa e pé na trilha. Nós preferimos sair depois da chuva nos 2 dias que amanheceram chovendo.

Choveu muito menos do que a previsão estava anunciando, então não se assustem se a previsão quando forem para lá estiver muito feia.

Dia 14/11/2012

Chegamos em Brasília umas 7 da noite. Nossos amigos já haviam chegado uma meia hora antes de nós e agilizaram o aluguel do carro.

Alugamos um carro na Avis e não foi uma boa experiência, mas depois eu conto com calma.

Nesse dia fomos tranquilos para Alto Paraíso de Goiás. Eu levei meu GPS aqui de São Paulo e a estrada nunca estava onde o carro estava! Mas pelo menos ajudou dando uma referência.

A estrada é razoavelmente boa e só piora perto de Alto Paraíso.

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Dia 15/11/2012

Acordamos cedo e estava caindo uma bela chuva. Tomamos café e a chuva não dava nem sinal que iria melhorar.

Tomamos então a decisão mais óbvia para um grupo de sedentários… Fomos dormir!!!

Acordamos já era mais de meio dia e a chuva havia parado. Então saímos para conhecer a Cachoeira do Abismo.

No caminho paramos em São Jorge para almoçar no Restaurante da Nenzinha. Estava boa a comida!

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Então fomos para a cachoeira. Como já era tarde, não fomos até a Janela para não correr o risco de escurecer antes de voltarmos para o carro, que devido a condição da estrada, não chegou nem na entrada da propriedade onde fica a cachoeira.

Pagamos R$ 10 por cabeça para entrar e fizemos uma trilha tranquila até chegarmos lá.

É um lugar muito bonito! A cachoeira tem o poço escuro, mas não com aspecto de sujo. Mesmo depois da chuvarada a água estava bem bonita.

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Lá encontramos um casal um pouco mais velho que disse que já tinha ido a umas 3 cachoeiras aquele dia e a única que não estava turva e agitada por causa da chuva era a do Abismo. Demos sorte então!

Eles também nos falaram de um restaurante chamado Jambalaya que tinham gostado muito, com luz de velas, vinhos…

Quando saímos ainda paramos em uma antena de celulares para tirar umas fotos e depois em São Jorge, para um merecido Açaí

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Bom, nessa noite fomos conhecer o Restaurante Jambalaya. Muito bacana e muito gostoso.

Me pareceu um restaurante que era frequentado pelo pessoal de Brasília que tem casa lá. Não era muito o estilo mochileiros e nem dos caras que vão encontrar os ETs!

Comemos um Filet Mignon espetacular… O meu tinha Queijo Rockford por cima e o das meninas Calda de Jabuticaba. Show!

Comemos bem, tomamos um vinho e fomos dormir bem felizes!!!!

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Dia 16/11/2012

Esse dia amanheceu encoberto, mas logo já abriu o tempo. Então levantamos, tomamos café e pé na estrada para conhecer a Cachoeira Santa Bárbara.

Para chegar lá não é nada fácil. O caminho é bem complicado e tem que meter o carro dentro de rio diversas vezes… Algumas até que não sei como passamos!!! Nesse dia agradeci muito que o carro não era meu!!!!

Para chegar lá são 90 km de Alto Paraíso até Cavalcante e mais uns 30 Km até a cachoeira por essa estrada de terra que vou falar… Destruiu bem o carro.

No caminho fizemos algumas paradas para curtir o visual. É um caminho bonito até chegar em Cavalcante. Tentamos também achar o tal do túnel para Machu Picchu, mas não foi dessa vez…

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Já mais perto da entrada da cachoeira se passa por um local onde o pessoal cobra a entrada da cachoeira e te diz que é obrigatório seguir com um guia… Eu não queria seguir com guia, pois já tinha ouvido muita gente falar que lá não é obrigatório, mas como tinha outras 4 pessoas lá para dividir conosco, acabei topando logo.

Fomos então a caminho da cachoeira… Em um dos rios que temos que cruzar de carro, a água chegou a subir pelo para-brisa do carro até o teto e então se fez uma linda cachoeira dentro do nosso carro, do lado do banco do passageiro. Juro, não sei como passamos… Tinha areia desse rio por todo o teto do carro… E água dele por todo o assoalho!!!

Bom, depois de alguns outros mergulhos menos traumáticos com o carro chegamos ao ponto de parada. Lá descobri que a placa da frente de nosso carro ficou em algum dos mergulhos nos rios. Provavelmente nesse pior. Mas não foi só a nossa… Quase todos os carros que chegaram lá perderam as placas! Nós que fomos em 3 carros, 2 ficaram sem placa.

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Depois seguimos a pé até chegar na Santa Bárbara. A caminhada é tranquila até a cachoeira.

 

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Essa cachoeira é maravilhosa!!! A água estava verde e bem limpinha, apesar das chuvas dos dias anteriores… Tudo muito bonito!

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080 - Chapada dos Veadeiros

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Depois de tomarmos banho e ficarmos lá curtindo o visual, saímos para conhecer a Cachoeira Capivara. No caminho de volta depois de passar pelo rio piorzinho, descemos do carro e fomos procurar as placas dentro do rio. E não é que achamos as placas dos 2 carros!!! Elas estavam lá no fundo do rio, meio detonadas, mas estavam lá!!!

Quando começamos a caminhada para descer para a Cachoeira Capivara começou a chover bastante. Descemos até a cachoeira, mas ficamos pouco por lá e já logo subimos. Não tirei nenhuma foto, pois como estava chovendo forte, não tive como pegar minha máquina.

De lá fomos para a Cervejaria Aracê que fica em Cavalcante mesmo. Os donos são um casal de chilenos que vieram para o Brasil para conhecer o neto recém-nascido e por aqui ficaram!

O lugar é bacana e a comida bem gostosa!!! Comemos um pouco de tudo do cardápio e claro, tomamos a sua cerveja! Não é a cerveja mais gostosa do mundo, mas tá valendo!!!!

Valeu a visita!!!

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Nessa noite eu e a Débora fomos procurar um lugar para comer alguma coisa antes de deitar. Fomos só nós dois pois a Bárbara teve que fazer algumas coisas de trabalho.

Saímos de carro pela cidade e já paramos no primeiro lugar aberto que encontramos. Eu sentei na expectativa de pedir um belo hambúrguer ou algo do gênero. Quando sentamos, olhei para o lado e vi um quadro… Nesse quadro tinha o desenho de uma vaca, uma galinha, um porco e um peixe, com uma frase em baixo de cada um deles do tipo: “Isso não é uma coxinha, é uma vida”.

Tive certeza naquele momento que não comeria um hambúrguer naquela noite………

Acabamos pedindo uma pizza brotinho de queijo cada um para acabarmos logo com aquilo e irmos dormir. O “legal” é que a pizza foi feita em cima de uma massa integral dura que nem pedra. Eu consegui cortar, mas a Débora não estava conseguindo. Uma hora de tanto fazer força, o garfo escorregou e ela arremessou a pizza na minha direção como se fosse uma tacada de hóquei! Não sei como, mas no reflexo consegui “defender” a tacada dela com um tapa na mesa que segurou a pizza por um fio! Quase que ela jogou o jantar dela no meio da rua!!!!!

Falei para ela: Se não está bom, não precisa jogar nos outros a comida, é só deixar no prato!!!

😉

Encontramos na volta a Bárbara e o Fabrício em uma pizzaria muito bacana na frente da nossa pousada… Eles se deram bem melhor nessa noite!

Dia 17/11/2012

O dia amanheceu bonito! Então não tinha desculpa, iriamos cumprir o planejado, conhecer a Cachoeira do Segredo.

Fomos até São Jorge, na esperança de encontrar algum guia na cidade, mas não rolou. Então fomos até a entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros para pegar um guia lá. De lá fomos para a fazenda onde fica a cachoeira com o guia em nosso carro.

A trilha começa por uma parte aberta, mas depois fecha e não ficamos muito expostos ao Sol, mas mesmo assim me queimei bastante… E para piorar fiquei com a marca da mochila no meu corpo…

De fato a caminhada é pesada… Esse negócio de ficar cruzando o rio pra lá e pra cá é muito legal nas 3 primeiras vezes… Depois aquela água e areia ficam represadas dentro dos tênis e incomodam bastante!!!

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O lugar é muito bonito. É um passeio bem bacana mesmo!!!

 

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Quando finalmente chegamos à cachoeira, nossa, que visão!!! De repente olhamos para o lado e lá estava aquela cachoeira enorme e linda!!! Muito legal esse momento!

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Dos 4 só eu fui até a cachoeira, que tinha que nadar um pouquinho… O pessoal preferiu ficar relaxando e comendo um snack que levamos.

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Após um tempo lá decidimos voltar. Iríamos tentar encontrar o Rancho do Waldomiro aberto. O caminho de volta me destruiu… Meu pé ficou estragado e estava com muita dor… Tive que tirar o tênis e acabei concluindo o caminho de meia… Que cena horrorosa!

 

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Fomos então em direção ao Rancho do Waldomiro. Chegamos lá já estava escurecendo, mas demos sorte e eles ainda estavam abertos. Pedimos a Matula e enquanto esperávamos ficamos provando as cachaças e os licores que eles fabricam lá. Tudo muito bom.

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A Matula é um capítulo a parte. Eu estava com muita fome e quando vi aquele prato achei que não iria comer tudo. Vem muita comida! Claro que estava enganado e comi até o último grão de arroz. Delicioso!

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Dia 18/11/2012

Nosso último dia foi meio devagar. Estávamos muito cansados da Cachoeira do Segredo e o dia estava bem feio. Começou chovendo bastante e depois melhorou, mas o tempo não abriu.

Fomos para o Vale da Lua. O lugar é bonito, mas por conta da chuva o rio estava muito alto e não pudemos entrar na água. É um lugar bacana, diferente, mas acho que existem passeios mais legais que esse por lá. Não achei um dos principais passeios de lá, mas como estávamos muito cansados, foi bom assim.

 

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Imagem Ahhhhh, nu não pode???????????? 😦

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De lá passamos no Rancho do Waldomiro para comprar alguns licores e fomos para a pousada fechar as coisas para voltar para Brasília.

Conseguimos ainda encontrar um cara na rua que nos indicou a oficina do primo que poderia nos atender… Nossa, demos muita sorte! No meio de um Domingo de feriado ainda conseguimos uma oficina! O cara colocou nossa placa de volta e deu uma disfarçada no para-lama que tinha danificado em algum dos mergulhos e buracos da viagem para a Santa Bárbara.

Pé na estrada então de volta para Brasília.

Fora um desentendimento na hora de devolver o carro por conta da falta de treinamento dos atendentes, foi tudo tranquilo na volta e chegamos a São Paulo muito bem!

Em relação a gastos foi até que em conta. Gastamos R$ 1.000,00 por pessoa incluindo tudo, inclusive R$ 500,00 que tivemos que pagar a mais por conta de um amassado no para-choque do carro que não teve jeito de arrumar.

E assim foi! Até a próxima ET!

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Profissão: Viageiro

Hoje começo meu blog contando das viagens que fiz e com algumas informações de alguns lugares que ainda irei conhecer.

Começo esse blog após ouvir diversas vezes de amigos que deveria ter um blog. Então amigos, futuros e antigos, aqui está! Esse blog é nosso!

Acho que eles me dizem isso por causa da minha empolgação ao falar sobre os lugares que conheci para eles. Meus olhos brilham cada vez que me lembro de um lugar bacana que conheci.

E escrever sobre a viagem me faz lembrar de tudo que passei e assim a viagem continua, pelo menos dentro das minhas lembranças! Assim como planejar a viagem já te coloca no lugar muito antes de embarcar no avião.

Já tenho escrito alguns relatos que publico no site Mochileiros.com e é com eles que vou começar a popular o blog.

Quem eu sou…

Para entender um pouco o que irão encontrar aqui é interessante saber um pouco de mim.

Nasci em 1978 e sempre morei em São Paulo.

Apesar do nome do blog, infelizmente não tenho o mundo das viagens como ganha pão. Sou Gerente Financeiro, formado em Administração de Empresas e também em Ciências Contábeis, e curso um MBA. Com isso, tenho uma grande limitação de dinheiro e tempo para viajar e conhecer todos os lugares que gostaria. Mas vou dando um jeito!

Mochiladas e viagens para resorts me agradam da mesma forma, incluindo tudo nesse meio termo.

Sou um grande apaixonado por viagens. Tem muita coisa bacana para ver, para sentir e para fazer nesse mundo.

Não consigo me ver indo sempre para os mesmos lugares, comendo sempre nos mesmos restaurantes, conversando sempre com as mesmas pessoas…

Bom, acho que a minha ideia é mais mostrar os lugares e contar algumas histórias e para isso vou colocar bastante fotos para que possam ter a própria conclusão.

Vou começar com a história da origem do nome do blog, Profissão: Viageiro.

Eu estava no Chile com minha esposa, saindo para um passeio no Salar de Uyuni, na Bolívia, e dentro do ônibus que estávamos o pessoal passou uma ficha para ser preenchida com nome, profissão, idade e país, se não me engano. Nós estávamos sentados no fundo e fomos um dos últimos a receber a ficha. Ficamos então vendo de onde era a galera e o que eles faziam… Foi então que vi a profissão que uma francesa preencheu – Profesión: Viajera.

Fiquei uns 10 minutos com aquela ficha na mão pensando sobre aquilo………….. Acho que era a coisa que mais queria na minha vida preencher aquela coluna daquele jeito……… Nunca vou me esquecer daquele dia.

Quem sabe um dia eu ainda consigo chegar lá. Por enquanto, tenho que voltar ao trabalho para conseguir pagar minha próxima viagem!!!!!!!!!

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Obrigado pela visita e espero que gostem.

Todos os comentários, críticas e informações são bem vindos!

Abraço!

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