Nova Zelândia – 3/11

10/03/2015

 

Acordamos bem cedo e de cara já ficamos babando com a cena do sol nascendo no lago bem na nossa frente, com os patos e cisnes… Que espetáculo!

 

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Ficamos curtindo o nascer do sol e depois preparamos nosso café da manhã.

 

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Nosso destino pela manhã era o Wai-O-Tapu, um parque geotermal espetacular com gayser, lagoas coloridas e bastante atividade vulcânica.

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A primeira atração do dia é ver o gayser principal do parque. Essa é uma atração que acontece logo cedo, e por sorte chegamos a tempo de ver, pois não sabíamos que isso era uma atração com hora marcada.

A erupção do gayser é induzida, então tem toda uma apresentação e então eles jogam um composto que faz o gayser entrar em atividade.

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A água vai muito alta! Achei bem bacana!

 

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Nesse dia o primeiro incidente com o carro… Deixei o farol ligado e quando voltei o carro estava sem bateria…

O problema é que quando acaba a erupção do gayser, todo mundo vai embora para a outra pare do parque e o lugar fica abandonado… eu dei sorte de ver o pessoal do parque indo embora e corri lá e consegui avisar que estava sem bateria e precisava de ajuda. O cara, meio na correria, disse ok e voltaria para ajudar, e já vazou……

Na hora não senti firmeza nenhuma. Aí quando todos se foram, ainda sobrou um outro carro sem bateria também. Aí o cara veio falar comigo e ficamos aguardando os caras do parque. Senti até um alivio de não estar lá sozinho e se precisar ter como se separar para ir achar ajuda…

Só que depois de um tempo o cara tentou ligar o carro dele de novo e o carro pegou.

Aí ele foi embora e nós ficamos sozinhos lá!

Mas depois de um tempinho, não é que o cara do parque volta com um negócio de dar carga na bateria! Foi conectar a bateria dele e ligar o carro!!!

Nada como estar no primeiro mundo!!!

Bom, aí finalmente conseguimos seguir o passeio!

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Então entramos na outra parte de lá, onde vamos seguindo um caminho ao redor do parque que vai passando pelas principais atrações.

São diversos lagos, cada um com uma cor e um cheiro diferente. Um espetáculo!

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Esse é sem dúvida o mais lindo de todos os lagos. Um monte de cores em uma água quente e cristalina são um show!

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Esse lago verde também é muito legal!

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Cada cor diferente é um minério diferente que está concentrado naquele lugar. Um solo riquíssimo e lindo!

 

Saindo de lá fomo almoçar em um Pub no centro de Rotorua.

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Eu achei Rotorua bem mais legal do que imaginava. Não esperava encontrar uma cidade tão bacana como ela é.

Passeamos um pouco pela cidade e fomos para o Rainbow Springs Wildlife Park.

 

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O Rainbow Springs é um parque mais para família, mas cheio paisagens bonitas, pássaros e coisas para fazer.

Eles são uma das principais entidades de preservação do Kiwi, que é a ave símbolo da Nova Zelândia e está ameaçada de extinção.

Lá então podemos aprender bastante sobre os kiwis e ver alguns deles em um ambiente muito controlado para gerar o mínimo de stress para os bichos.

 

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Esse lugar onde eles ficam é escuro, pois é uma ave noturna e sua visão não é das melhores. E eles ficam uma boa parte de dia dormindo, então não é muito comum ver os bichos passeando pelo lugar.

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DICA – No Rainbow Springs, assim como muitos outros lugares que fui, eu comprei o ingresso em um site de desconto. Eu usei muito o Book Me – www.bookme.co.nz – mas existem outros.

Muitas das coisas que se faz por lá você consegue desconto nesses sites. Economizei bastante usando eles!!!!

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Saindo de lá já seguimos nosso caminho até a próxima parada. No dia seguinte iriamos fazer o Tongariro Alpine Crossing, mas pela distância, decidimos dormir um pouco antes de chegar no parque, em Turangi, no extremo sul do Lago Taupo.

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Ainda conseguimos correr até o Lago Taupo esse dia para pegar o pôr do sol.

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Depois no camping, curtimos o céu estrelado absurdo daquele lugar…

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Nova Zelândia – 4/11

11/03/2015

 

Acordamos bem cedinho para completar nossa viagem e não correr o risco de perder o transporte que havia reservado no Tongariro National Park.

Como iríamos fazer a travessia Tongariro Alpine Crossing, sairíamos de um lugar e chegaríamos em outro. Então ou na ida ou na volta, teríamos que pegar um transporte para nos levar no outro ponto da caminhada.

Escolhemos deixar o carro na saída da travessia e pegar o transporte logo de manhã para o início da travessia. Assim quando chegássemos, já exaustos, iríamos direto para o carro.

Eu consegui deixar reservado com o cara por e-mail, mas tem vaga para quem não reserva e quer pegar na hora. Tem umas 4 empresas que fazem esse transporte lá.

 

No caminho o motorista do ônibus vai explicando as coisas de lá e apesar de ser relativamente seguro, ele deixa bem claro que se alguma atividade vulcânica acontecer, o negócio é correr pela vida!

Eles falam bem sério essa hora!

 

A travessia é pesada… São 20km cheios de subidas e descidas, mudança climática, pisos diferentes… Não é fácil e quem não tem um preparo físico mínimo, não sei se é aconselhável fazer essa trilha.

Não tem absolutamente nada no caminho para vender e as únicas estruturas de apoio são 2 banheiros para todos os 20km.

Já tem que levar toda a água e comida que vai usar nesse dia. São aproximadamente 8 horas de caminhada que o pessoal fala para considerar. Nós fizemos em um pouco menos que isso.

 

 

 

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Bom, começamos a caminhada… Essa primeira etapa é a mais tranquila… Plana e com um caminho feito pelo pessoal de lá.

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Vai tudo bem até que se chega a hora de começar a subir naqueles vulcões e montanhas… Tem inclusive uma placa questionando se estamos preparados para continuar!

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Putz, a partir dali é treta… E vai subindo aquelas montanhas imensas por trilhas estreitas… Que canseira!

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Aí ainda faço a burrice de deixar minha camiseta cair no caminho… Quando percebo, nós chegamos a cogitar seguir e deixar a camiseta para trás, mas aí um pessoal que estava passando fala que viu minha camiseta um pouco ali para baixo.

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A Ba que foi buscar, pois ela tem muito mais preparo físico do que eu. Se eu fosse acho que estava lá até hoje!!!

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E toca nós subindo aquelas montanhas…

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São diversas formações rochosas e lagoas coloridas que se encontra no caminho.

Eu particularmente gostei muito dessa…

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Bom, mas vamos direto ao ponto…

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Já chegando perto das lagoas com tons de verde e amarelo, tem uma descida bem complicada… Eu tomei um tombo e fiquei com a perna toda ferrada!

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Aí paramos um pouco nas lagoas para tirar umas fotos e descansar um pouquinho.

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Mais para frente passamos por essa lagoa azul, muito bonita também.

Nesse ponto já estávamos em uma altitude bem mais elevada e o frio começou a apertar.

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Nessa altura eu já estava bem cansado e cada vez menos tinha pique para tirar fotos! Então tenho poucos registros dessa parte para o final da caminhada.

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Em um determinado momento da descida, mais para o final da caminhada, o ambiente muda completamente. Já é uma parte mais quente e úmida, e cresce muita vegetação, inclusive árvores altas…

É muito louco essa hora… Você sai de um deserto frio para uma “floresta tropical” em uns 10 minutos de caminhada.

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Fiz um amiguinho no caminho também.

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Bom, seguimos caminhando em uma trilha que parecia que não teria fim… Tinha uns momentos da caminhada que era engraçado… Tem umas placas que faltam 10 km que nunca acabam… A gente andava e quando aparecia uma placa, ainda faltava 10 km!!! Era desesperador!!! Ficou assim por um tempão!!!

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Bom, já achando que jamais sairia daquela trilha, chegamos ao fim!

Já estava com muita dor nos pés e no joelho. Foi uma sensação ótima conseguir chegar ao fim da trilha.

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O chato é que ainda tínhamos um bom tempinho de viagem até o lugar que passaríamos a noite, em Whanganui, no litoral oeste da ilha norte.

Mas tudo bem, estava cansado, mas ainda tranquilo para dirigir.

 

Saindo do Tongariro National Park acabamos dando carona para um casal de alemães que tinham feito a trilha também.

Fomos conversando bastante com eles e foi uma conversa muito bacana! Falando de coisas da Alemanha e do Brasil… Bem interessante. Claro que o 7 x 1 não ficou de fora da conversa! Mas para minha sorte nós dois estávamos torcendo para a Alemanha! Então a conversa foi mais fácil!!!

 

Deixamos eles em seu destino e depois de um tempo chegamos em Whanganui. Era uma cidade bem arrumadinha, mas não conseguimos aproveitar nada de lá… Estávamos exaustos.

 

Aqui foi uma parada no caminho para repor as energias com um belo prato gorduroso de Fish n’ Ships

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A cidade que ficamos era bonitinha, bem organizada e o camping também era bacana. Mas nesse dia não tinha como sair para conhecer a cidade…

Comemos um negócio e fomos dormir.

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Nova Zelândia – 5/11

 

12/03/2015

 

Nesse dia ainda tínhamos uma longa viagem pela frente. Iriamos até Wellington, devolveríamos a campervan, pegaríamos a ferry para fazer a travessia da Ilha Norte para a Ilha Sul, chegando em Picton.

Lá alugaríamos o carro e seguiríamos até Kaiteriteri, na entrada do Abel Tasman National Park, ainda considerando uma parada em Nelson no caminho.

 

Ainda antes de sair recebemos a visita de um amigo que foi dar tchau para nós!

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Bom, pé na estrada… Calculei mais ou menos o tempo com alguma folga e lá fomos nós…

 

O problema foi que em Wellington pegamos um trânsito enorme… Eu já estava vendo que perderíamos a balsa…

O pior é que o local de devolução da campervan não era próximo ao embarque da ferry. Foi um sufoco, ainda tendo que parar no posto para abastecer e tudo…

Quando chegamos na Jucy, já joguei tudo para fora do carro, pedi um taxi e nem consegui ver direito se tinha tirado tudo do carro… Foi na sorte!

 

Falei para o taxista que estávamos muito atrasado e ele deu uma aceleradinha para adiantar nosso lado!

Assim que chegamos no balcão de check in da balsa, já chegamos correndo e o cara do balcão já pergunta de longe ainda… “Felipe e Barbara?”, segurando nossos tickets na mão…

Éramos os últimos chegando para embarcar!!! Foi por muita sorte que não perdemos o ferry!

 

Era uma balsa bem grande… Nos andares de baixo ficam os carros, e nos andares mais altos as pessoas.

Tem um monte de coisa lá dentro, inclusive uma sala que passa um filme para quem quiser assistir.

 

Eu preferi dar uma relaxada e tirar umas fotos da travessia, que dura umas 3 horas.

 

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Já a Ba……

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Quando chegamos em Picton, pagamos o nosso carro velhinho (que era mais barato) e já saímos.

Picton é uma cidade pequena e bonitinha!

 

 

Nossa primeira parada foi em uma das diversas vinícolas que existem naquela região. Era um lugar muito bonito e com degustação de queijos.

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Depois paramos já em Nelson para comer e conhecer um pouco a cidade.

 

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Fomos então para Kaiteriteri, onde ficaríamos em um camping também, só que dessa vez em um pequeno chalé.

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Kaiteriteri é um dos lugares onde o pessoal fica hospedado para entrar no Abel Tasman National Park.

Nosso camping era grande e bem localizado. Uma praia bem bonita na frente!

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Logo que chegamos já saímos para dar uma volta, mas já era o final do dia e acabamos não ficando muito passeando.

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13/03/2015

 

Nesse dia acordamos cedo, comemos alguma coisinha rápida que compramos em um mercadinho do lado do camping.

Dei uma passada rápida na praia para acompanhar o nascer do sol.

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Antes de sair ainda ficamos brincando um pouco com os patos que moram lá!

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Fomos então em direção ao Abel Tasman Park. Lá fizemos uma rápida pesquisa entre as empresas que ofereciam passeios de caiaque e acabamos fechando com um cara bem bacana.

Eles oferecem alguns tipos de passeios, que podem durar até alguns dias. Tem até a opção de ir até o fim do parque de caiaque e voltar a pé.

O parque possui inúmeras praias e cada uma delas tem um espaço delimitado para acampar, com um limite de barracas por praia.

O nosso era só um passeio de 1 dia. Saímos de manhã e voltamos de tarde.

 

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Eu sei que esse passeio foi sensacional! Curtimos de mais o Abel Tasman… Foi um dos lugares que falamos que gostaríamos de voltar um dia para aproveitar mais… Que lugar!!!!

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Fomos remando por lá, parando nas praias que achávamos mais bonitas, mas mesmo assim tivemos que escolher muito, pois todas as praias eram lindas e não tínhamos tempo para parar em todas.

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Fomos até uma ilha onde ficam um monte de focas. Ficamos lá vendo as belezinhas pegando sol, nadando e brincando pertinho de nós.

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Voltamos então para o continente onde fizemos nosso picnic de almoço

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Depois de almoçar e relaxar um pouquinho, iniciamos nosso caminho de volta. Estávamos longe e nem sabíamos direito chegar no lugar de devolver os caiaques.

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Já na parte final da volta começa a cair uma tempestade que a gente não consegue enxergar um palmo para frente do caiaque que era tudo que a gente precisava para acabar de ferrar tudo!!!

A maré está bem cheia na hora da volta, e o cara que alugou o caiaque já tinha avisado que o cenário seria bem diferente na volta.

Já estava vendo que eu ia ter que estourar um daqueles sinalizadores para o cara ir nos resgatar!!!!

Até que uma hora lá eu vi umas pessoas saindo da água. Não eram as mesmas pessoas que estavam conosco no início, mas até por não ter mais forças para continuar remando, parei por lá mesmo para ver o que ia dar. Por sorte, era o pessoal que tínhamos que encontrar mesmo!!!

Aí voltamos para a loja deles, tomamos um banho lá e seguimos nosso caminho.

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No caminho uma parada para um sorvete no meio da plantação de maças!

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Fomos até Blenheim ainda esse dia, que não é tão pertinho assim de onde estávamos. Era o meio do caminho até Kaikoura, nosso próximo destino.

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Lá, pegamos esse céu nos esperando…

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Nova Zelândia – 8/11

17/03/2015

 

Acabamos perdendo o transporte da cia aérea para o aeroporto, então rachandos um taxi com um cara que estava indo para lá também.

Conseguimos pegar nosso voo e finalmente seguimos para Queenstown.

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Esse dia era para termos acordado em Wanaka e saído para o Rob Roy Glaciar Track. Como estávamos prontos para sair já não era tão cedo, chegamos a pensar em cancelar o passeio, mas acabamos decidindo ir para lá. Wanaka fica a uma hora de Queenstown e achamos que daria tempo de fazer o passeio.

Chegando em Wanaka, descobrimos que o track ficava meio longe da cidade… Era mais de 30 km em uma estrada que a maior parte era de terra. Nada fácil de fazer com uma Campervan.

Bom, indo para lá já percebemos que foi a melhor coisa não ter desistido do passeio. Que lugar incrível!

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Começamos a o track em um horário que quase ninguém mais estava começando. Muitos inclusive já estavam voltando.

Sem perder tempo, começamos a subida… Uma paisagem mais bonita que a outra. Um lugar absolutamente maravilhoso!

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Chegamos no primeiro mirador. Lá já dá para ter uma ideia da beleza desse glaciar.

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Aí chegamos no ponto final, de onde se pode admirar toda a beleza do Rob Roy Glacier.

 

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Paramos um pouco para tomar um lanche naquele lugar lindo e começamos nossa descida.

 

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Tem cada cenário que a gente acha que está em um filme….

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Bom, paramos para apreciar um pouco Wanaka e já fomos para Queenstown. Pegamos a estrada velha, que é mais devagar, mas com belas paisagens e muitas curvas!!!

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Estradinha tranquila!!

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Já em Queenstown, fizemos nosso check in no camping, nos arrumamos e fomos para um dos bares de gelo da cidade.

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O bar é bem legal! Tomamos um goró lá, ficamos curtindo um pouco e saímos.

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Lá é bem frio e depois de um tempo, mesmo com a roupa que eles empresam, começa a ficar frio.

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Daí fomos jantar em um Pub

 

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E então fomos dormir.

 

18/03/2015

 

Esse era o dia que tínhamos tirado para conhecer Queenstown e fazer os esportes radicais que quiséssemos.

No final das contas, não fizemos nenhum esporte… Ficamos só passeando.

Demos umas voltas pela cidade, compramos algumas coisinhas e fomos conhecer alguns lugares dos esportes radicais.

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Primeiro fomos onde fica a lancha de alta velocidade… Eu estava com vontade de fazer, mas a Ba não. De fato era um passeio muito caro e se não vai curtir de verdade, não vale a pena.

Depois fomos conhecer o berço do Bungy Jump mundial. Fomos até o A J Hackett ver o pessoal saltar e sentir o clima do lugar.

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Chegamos até a cogitar um salto duplo, mas ela já desencanou rápido!

Então ficamos lá só vendo a galera

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Bom, resolvido que não iriamos pular, fomos embora pois essa noite tínhamos uma reserva em um restaurante eleito entre os que têm a melhor vista no mundo.

Fomos então para o Stratosfare Restaurant, o restaurante principal do Skyline de Queenstown. Assim como o de Rotorua, nesse Skyline também tinham muitas coisas lá em cima, inclusive o Luge, que bateu uma vontade de descer de novo!!!!

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Chegamos cedo para curtir o entardecer e ver o pôr do sol lá de cima.

 

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É uma vista deslumbrante! Lindo!

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Esse é o restaurante que iríamos jantar

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Quando chegou a hora, fomos para o restaurante. Lá o pessoal vai levando para a mesa por ordem de chegada, então imagino que para pegar as melhores mesas tem que chegar bem cedo. Quando cheguei já estava lotado.

O buffet é bem farto… Tem um monte de coisa para escolher. Um monte mesmo!

Tinha algumas coisas boas e outras só ok, mas valeu muito jantar lá! Comi muito!!!!

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Depois voltamos para o camping e fomos dormir, que iríamos acordar bem cedo no dia seguinte.

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Esse é o Skyline visto lá do camping

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Nova Zelândia – 10/11

20/03/2015

 

Bom, para variar, um gelo de manhã…

Aqui um pouquinho da nossa casa…

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Fomos para o porto aguardar a saída de nosso barco.

Tudo pertinho, chegamos lá rápido, achamos o guichê do nosso barco (também comprado no site de descontos) e aguardamos a chamada para entrar.

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Aí o passeio começou e foi só curtir o visual deslumbrante dos Fiordes!!!

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O sol ainda estava nascendo, então deixou um efeito muito bonito!

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O frio castigou… Tínhamos direito a um café da manhã e pegamos uma bebida quente para aguentar.

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Encontramos algumas focas que vivem ali…

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Ficamos uma boa parte e tempo grudados na chaminé do escapamento do barco que era bem quentinha… As pessoas passavam e não entendiam nada a gente com a cara grudada naquele lugar!!!

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O lugar é rodeado de cachoeiras!!!

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Tem uma que o navio chega bem pertinho e a água fica respingando no pessoal!!! Muito bacana!

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O passeio de avião deve ser sensacional!!!

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Veja que aqui também tem um avião… Para se ter uma ideia do tamanho das montanhas

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Olha, um dos lugares mais bonitos que visitei!

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Como ali não em muito mais o que fazer, poderíamos fazer uma trilha ou já sair para irmos embora.

Optamos por fazer uma trilha bem curtinha para ver os fiordes de um local mais alto. Existem algumas outras trilhas na região mais longas, mas acabamos não conhecendo.

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Iniciamos então o caminho de volta para Queenstown ainda era cedo, mas sabíamos que além da distância, ainda tinha muito lugar para conhecer no caminho.

 

Nossa primeira parada é um uma trilha de uns 20 minutos por uma pare da floresta muito bonita. Como é uma trilha fácil, muitas excursões param por lá para o pessoal conhecer, então o lugar pode estar meio lotado dependendo da sorte…

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No caminho……

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Nossa próxima parada foi em um lugar de preservação que possuía uma vegetação especial. Muitas placas dizendo para não pisar no lugar e para ter muito cuidado com aquela vegetação.

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Antiguidade!

 

Aí encontramos esse lugar… Claro que decidimos ficar um pouquinho por ali…

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Sempre lembrando que não existe lugar ruim para um treino de tríceps!!!! 😉

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Bom, nesse caminho, decidi que apesar de não ser muito fã de Bungy Jump, iria pular… Se tem um lugar no mundo que te dá vontade de fazer uma coisa dessas, esse lugar é lá!!!

 

Infelizmente chegamos tarde e fiquei só na vontade esse dia…

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Queenstown

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Nova Zelândia – 11/11

21/03/2015

 

Era nosso dia de irmos embora de Queenstown, mas não antes de eu pular daquela ponte!!!!

 

Acordamos, fechamos nossas malas e já deixamos tudo pronto para irmos para o aeroporto direto…

 

Cheguei e já fui logo pagar o pulo.

Lá não pode desistir… Depois de pago, ou pula, ou perdeu a grana!

 

Aí tem que fazer a pesagem e ir para a fila dos pulos.

 

Eu fiquei vendo a galera pulando e me deu bastante medo… Mas tudo bem, acho que é normal ter medo de pular de uma ponte de 43 metros!!!!

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Aí quando chegou minha vez foi aquela adrenalina maluca… Vem então aquela pergunta interna: “Por que estou fazendo isso???” Hahahaha!!!!

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Bom, pernas presas de um jeito que você não acredita que é só aquilo que vai te segurar, e depois de algumas instruções bem básicas, vou andando para a beira da ponte…

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Difícil explicar a sensação naquela hora……. Era só adrenalina no corpo….. Cheguei a hesitar por alguns segundos e aí mergulhei……….

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Nossa, que coisa maravilhosa… Fazer isso em um lugar desse, com um visual absurdo e uma história incrível desse esporte foi indescritível!!!!

 

Quem sabe em uma próxima tento pular com alguma fantasia, igual esse rapaz vestido de fada!

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Depois do salto ainda tivemos tempo de conhecer o Kiwi Bird Park, um local de preservação de Kiwis e diversas outras aves e animais.

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Antes comemos alguma coisa na cidade

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Lá no Kiwi Bird Park eles mostram como alimentam os Kiwis… Em um tubo que é enterrado na terra para o Kiwi ter que procurar a comida por conta própria.

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Passeamos por lá e seguimos para o aeroporto. Ainda tínhamos um jantar de encerramento da viagem que prometia!!!

 

Quando chegamos em Auckland, acabamos decidindo alugar um carro, pois pegamos um hotel perto do aeroporto e ficava meio longe da cidade. Só de táxi para irmos jantar e voltar já certamente iria ficar mais caro do que o aluguel.

Acabamos pegando um Corolla Hatch que era o que tinha disponível. Eles não tinham um carro mais popular, mas acabaram fazendo um desconto!

Fomos para o hotel nos arrumar rapidinho que já tínhamos que sair para o restaurante.

Fomos em um restaurante que se chama The French Café. Descobri sobre esse lugar porque ele estava em 4º lugar na lista da Trip Advisor de melhores restaurantes do mundo do ano anterior.

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Lá é tudo muito chique! Acabamos pedindo o Menu Degustação para provarmos de tudo um pouco…

As porções são pequenas e os 2 trogloditas aqui comem bastante… Chegamos a achar que teríamos que passar no Mc na saída para completar o “tanque”!!!

Estávamos enganados!

Foram vários pratos diferentes, e cada um era explicado com detalhes sobre o que tinha lá e qual era a inspiração do Chef para criar aquele prato! Bem legal!!!

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Estava tudo uma delícia! Bom mesmo!!!!!

Que jantar!!!!

 

22/03/2015

Bom, chegou o dia de ir embora… Muita tristeza.

Como ainda tínhamos tempo até a hora do voo, fomos dar umas voltas por lá sem muito rumo…

Primeiro paramos em um templo budista que fica meio fora da cidade, o Fo Guang Shan Temple.

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Lugar bonito com uma vibe bem legal… Estava tendo uma celebração e conseguimos assistir um pouquinho do que estava rolando… Legal ver o pessoal vestido para a cerimônia.

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De lá fomos para um parque mais central que agora me fugiu o nome. Era um parque bacana e estava bem cheio, mas nada de mais… Um lugar legal para passear apenas.

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Chegou então a hora mais triste de toda viagem… A hora de partir.

Sem grandes problemas fomos para o aeroporto, devolvemos o carro e embarcamos para uma longa viagem que por conta do fuso horário nos fez chegar em SP apenas uma hora depois que embarcamos em Auckland. Muito louco isso!

 

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Aqui já no aeroporto de SP. Para não nos deixarem esquecer que voltamos para o terceiro mundo! Um funcionário tentou forçar o portão para passar a bagagem… Deu nisso!

 

 

Foi isso…. A Nova Zelândia é um lugar dos sonhos… Realmente espero poder voltar para lá um dia e curtir mais desse lugar abençoado!!!!!

Te amo para sempre NZ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

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