Galápagos

Olá amigos viageiros!

Aqui vai um breve relato da viagem que fiz sozinho para Galápagos agora em Fevereiro de 2018.

Qualquer dúvida é só mandar!

 

Então……

As coisas mudam tão rápido na vida…

Essa viagem não foi na data que planejei inicialmente, não foi do jeito que planejei inicialmente e nem rolou todas as coisas que sonhei no princípio, mas no final das contas fiz uma ótima viagem para Galápagos e voltei cheio de recordações incríveis!

 

Foram 8 dias em Galápagos, incluindo os de chegada e saída. Foi correria, principalmente porque conheci as 3 principais ilhas: Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela.

 

Fiz tudo da forma mais econômica possível, sem deixar de fazer nada que queria.

 

E assim foi:

 

18/02/2018 – Santa Cruz

Cheguei no aeroporto de Santa Cruz que fica na Isla Baltra ao meio dia, depois de um voo de SP para Lima, Lima para Quito, Quito para Guayaquil e Guayaquil para Baltra. Estava meio cansado!

 

A essa altura já tinha pagado US$ 20,00 em Quito para pegar um formulário de entrada em Galápagos.

Quando chega, já mostra esse formulário e paga mais US$ 50,00 para entrar.

Então antes de ver um passarinho sequer, já se vão US$ 70!!!!

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Fiz então o caminho da boiada… Primeiro o cachorro do policial cheira algumas malas, dá o seu ok e vamos todos para fora do aeroporto. Quem não tem esquema já arranjado, precisa pegar um ônibus de graça até a travessia entre as ilhas Baltra e Santa Cruz. Faz a travessia de balsa por US$ 1,00 se não me engano e depois pega um ônibus até Puerto Ayora por US$ 2,00 (acho) em uma viagem de quase 1 hora.

Quem quiser pegar um taxi, existem muitas opções lá também. São sempre caminhonetes e se pode compartilhar com outras pessoas, mas se forem turmas diferentes, cada um paga a tarifa cheia e o cara deixa cada um em seu destino.

 

Chegando no terminal de ônibus, existem alguns taxistas lá esperando. Como eu não tinha reservado hotel, fiquei vendo a movimentação da galera… Mas foi tudo muito rápido… Cada um já se pirulitou para dentro dos taxis com os nomes dos hotéis que estavam indo e em menos de um minuto já não havia mais taxis lá.

Nesse momento dei a maior sorte que poderia ter dado nessa viagem. Conheci o César, que estava lá oferecendo o seu hotel para os passageiros que chegavam.

Só tinha ele lá e meio que sem opções aceitei ir com ele conhecer seu hostel. Ele foi muito simpático e disse que se não gostasse ele me deixaria no centro para eu procurar outro lugar.

Bom, cheguei lá e o lugar era muito bom além de que o César e a Alexandra, que eram os donos, eram sensacionais. Negociei uma suíte com TV e ar condicionado por US$ 25 por dia.

Disse que tinha dado sorte, porque o César me ajudou com absolutamente tudo na viagem e economizei uma grana com isso, sem contar que dava tudo certo, pois ele sabia os esquemas! Eles foram muito legais comigo, nem acreditei a sorte que dei!!!!

Deixo aqui os contatos do Cezar, que recomendo muito!

 

Nesse dia eu tentei organizar com eles tudo que queria fazer, descobri que tinha coisas lotadas que não conseguiria fazer (como Isla Bartolomé, por exemplo), e depois saí para o único rolê que dava tempo no dia: Las Grietas e Playa de los Alemanes.

Peguei uma carona com o Cezar até os restaurantes baratos que ele me indicou para comer alguma coisa e depois fui para o píer. Peguei um aquataxi por US$ 0,80 e caminhei até Las Grietas, passando pela Playa de los Alemanes.

Tinha um pessoal lá, mas sem muvuca. Me joguei na água fria e fui até onde dava no fim da formação rochosa.

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Já na volta parei na praia Los Alemanes para curtir um pouco.

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De noite voltei para a rua dos restaurantes para jantar.

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Comi todos os dias aqui. Pagava US$ 5,00 em uma refeição com sopa de entrada, um prato principal e um suco. Ótimo custo/benefício!

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19/02/2018 – Santa Cruz

 

Nesse dia pela manhã o Cezar me deixou em um lugar para tomar o típico café da manhã de Galápagos: Um Bolón com carne e ovo frito!

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Daí peguei um taxi até a entrada da trilha para Tortuga Bay. É uma bela caminhadinha até chegar na praia…

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Quando chega, percebe-se que valeu a pena! Uma praia linda!!!!

Lá se chega pela Playa Brava, e caminhando até o fim dessa praia se encontra a Playa Mansa, onde a maioria da galera monta acampamento.

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Eu fiquei a maior parte do tempo entre as duas praias, em uma piscina natural onde várias iguanas nadavam.

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De tarde fui fazer o tour nas terras altas com o Cezar. Paguei US$ 50,00.

Lá as tartarugas gigantes vivem em seu habitat natural. Nesse mesmo passeio se vê os Túneis de Lava, e os Gemelos.

Foi muito bacana o passeio… Muito mesmo. As tartarugas são incríveis e conseguimos ficar muito perto delas. Realmente um dos pontos altos da viagem! Queria ter ficado mais por lá.

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Nesse dia esqueci meu guarda-chuva lá e o Cezar deu um jeito de um conhecido dele pegar e me levar lá na pousada!!!!

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Túneis de Lava

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Los Gemelos

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Como alguns passeios estavam lotados e para não perder tempo, decidi ir para Isabela no dia seguinte e deixar reservado meu mergulho em Gordon Rocks para minha volta para Santa Cruz.

Infelizmente muitos passeios estavam lotados e não consegui mesmo fazê-los. Uma pena.

Quase nem o mergulho consigo. Eu ia fazer no dia seguinte, mas quando voltei para reservar já estava lotado o barco. Aí o Cezar conseguiu com um outro cara pelo mesmo preço que esse para o dia que voltasse para Santa Cruz.

 

Ele também me ajudou com os passeios em Isabela me colocando em contato com o Carlos e agilizando tudo para mim, inclusive o aviãozinho de Isabela para San Cristóbal

PQP, ele me ajudou muito!

Aí ele também conseguiu o ticket para o barco para Isabela pela manhã. Custa US$ 30,00.

 

 

20/02/2018 – Isabela

 

Peguei o barquinho pela manhã, pagando ainda US$ 1,50 para o aquataxi me levar até o barquinho que não encosta no porto.

Era um barquinho meio apertado… Não foi das viagens mais confortáveis. Demorou um pouco mais de 2 horas a viagem.

Chegando em Isabela já tinha o pessoal da pousada Coral Blanco me esperando com plaquinha e tudo no píer.

 

Ah, quando chega em Isabela tem que pagar uma taxa de US$ 10,00 para entrar… Lembra aqueles US$ 70? Então, viraram US$ 80 só para sorrir!

 

Bom, Isabela tem menos estrutura que Santa Cruz.

As cores do mar são impressionantes!

 

Quando cheguei descobri que apesar da pessoa da companhia aérea ter confirmado que havia um lugar no voo no dia anterior, quando foi ver direito de manhã , não tinha lugar nenhum….. Isso me deixou bem puto, porque teria que abrir mão de ir para San Cristóban, pois não teria tempo de ir de barco.

Me colocaram em uma fila de espera e ficaram de confirmar de tarde se arrumariam uma vaga ou não.

Aí também descubro que o passeio para Los Tuneles estava lotado nesse dia e também no próximo…. Isabela não estava me dando muita sorte…

O que fiz foi reservar o passeio para Las Tinoneras para o dia seguinte pela manhã e fui fazer outros passeios para Concha de Perla, a pé, e o Muro das Lágrimas de bike (US$ 10 por meio dia de aluguel).

Concha de Perla fica bem pertinho do píer de entrada de Isabela. É uma grande “lagoa” de água do mar com peixes e lobos marinhos.

Eu estava tão queimado de sol que fiquei mais me protegendo do sol do que fazendo snorkel no lugar.

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Aqui é a praia do lado do píer, cheia de lobo marinho.

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Quando voltei, almocei e aluguei a bike para fazer o Muro das Lágrimas.

Fazendo um breve desvio no caminho, o primeiro lugar que parei foi o Centro de Crianza Arnaldo Tupiza. Um centro de criação das tartarugas gigantes de Galápagos. É possível ver as tartarugas de várias idades em ambientes fechados.

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Depois parei na Laguna Salina do lado do centro para ver os Flamingos que vivem lá.

 

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Então retomei meu rumo em direção ao Muro das Lágrimas.

 

Quando cheguei no checkpoint do muro, encontrei uma menina do Japão que estava na minha pousada. Acabamos fazendo o resto do passeio juntos.

 

 

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A partir desse ponto já começamos a encontrar as tartarugas gigantes de Isabela no caminho.

Sensacional!

 

 

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Existem muitas paradas no caminho até o muro, mas decidimos não parar muito e se tivéssemos tempo pararíamos na volta em alguma coisa.

 

O muro em si não tem muita graça e nem muito sentido. O que vale é o passeio.

 

 

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Existe um morro ao lado com mirantes e decidimos subir até onde desse

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Na volta só paramos para as tartarugas mesmo.

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Eu estava meio com pressa, pois precisava saber se teria ou não um voo no dia seguinte, porque se não tivesse precisaria reorganizar toda minha viagem.

 

Assim que cheguei na pousada recebi a notícia que conseguiram um assento para mim no dia seguinte as 13hs. Perfeito!!!!!

 

Ainda deu tempo de pegar o por do sol na praia já bem feliz que o avião tinha dado certo!

 

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Fui então tomar um banho e me arrumar para procurar um lugar para jantar.

Me encontrei com minha amiga japonesa e fomos em um restaurante que tinha umas promoções de comida e de drinks.

 

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Estava tudo muito bom.

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Ficamos conversando um pouco e depois fui dormir porque no outro dia tinha que acordar cedo para o passeio e ela tinha que pegar o primeiro barco para Santa Cruz muito cedo!

 

21/02/2018 – Isabela / San Cristóbal

 

De manhã o pessoal do tour para Las Tintoneras passou para me buscar.

O tour saiu por US$ 35,00

 

Chegamos lá no píer e ficamos esperando o horário do barco sair, enquanto isso fui fazer amizades com os lobos marinhos!

 

 

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Quando o passeio começa, a primeira parada é tentar encontrar os Pinguins de Galápagos. Não tivemos sucesso, mas por sorte encontramos o Atobá de Pata Azul (Sula nebouxii), ou Piquero de Patas Azules, ou ainda Blue Footed Booby 😉

 

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Foi o primeiro da viagem esse. Muito lindo!

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Bom, sem os pinguins por perto, seguimos a viagem para uma caminhada de onde se pode avistar os Tubarões de Galápagos e um local que eles usam para descanso.

Um lugar com muitas e muitas iguanas, fragatas e algumas outras aves, caranguejos, tartarugas marinhas e os tubarões, claro!

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A caminhada termina em uma linda praia que não podemos entrar e é destinada apenas aos moradores locais… Lobos Marinhos e todos os outros animais!

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Na volta, como não tínhamos visto os pinguins, fui lá encher o saco para procurarmos mais. E funcionou!

Avistamos um casal voltando do mar e ficamos lá um pouco pertinho deles curtindo.

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De lá fomos para a área de Snorkel. Provavelmente o melhor Snorkel que fiz em Galápagos.

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Vi de tudo… Peixe, ouriço, iguana, estrela do mar, tartaruga, arraia, etc.

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E com isso, encerramos o passeio.

 

Eu já estava na pressão na galera para me levarem embora porque não podia perder meu voo!

No final deu tempo tranquilamente. O Carlos ainda pegou o carro da dona da pousada que estava e me deu uma carona até o aeroporto. E ainda não quis que eu pagasse pelo transporte… Foi muito gente boa!!!!!!!

 

O contato do Carlos lá em Isabela é:

Carlos Valencia

+593 096 7643662

 

O Voo foi um capítulo a parte… Era necessário, além de muito bonito sobrevoar as ilhas, mas eu estava com um baita frio na barriga… O aviãozinho era muito pequeno!

Eram 10 lugares… O piloto e mais 9 passageiros.

E eu vacilei. O assento do lado do piloto podia sentar. Eu não sabia e sentei lá atrás. Que vacilo!

No final o voo foi bem tranquilo e muito bonito!

Custou US$ 135,00 o voo de Isabela para San Cristóbal e durou 45 minutos pela companhia Emetebe.

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Quando cheguei em San Cristóbal foi a mesma patifaria dos taxis. Um taxista chamou um taxi extra para mim e um casal que ficou para trás.

Como não tinha lugar para ir, pedi que ele me levasse para um hostel barato. E deu tudo certo.

 

Aí saí para fechar os passeios. Na verdade só iria fazer um passeio. Minha ideia inicial era fazer o tour para Punta Pitt, onde vivem os Atobás de Pata Vermelha. Não tinha nenhum tour para lá no dia seguinte, então fiz o Tour 360º. Ele passava por Punta Pitt, mas não descia, além de outros lugares bacanas, como Kicker Rock por exemplo. No final achei que foi a melhor coisa, pois vi vários Atobás e ainda fiz muitas outras coisas!

 

Com isso resolvido, parti em direção ao Cerro Tejeretas.

No Cerro Tijeretas existe um mirante com um visual bem bonito e para quem quer continuar, uma trilha já mais “suja” (sugeriram não fazer de chinelo, por exemplo) até uma outra praia com uns 40 minutos de caminhada a mais. A trilha até o mirante é urbanizada e até que tranquila.

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Eu me dei por satisfeito no mirante e após curtir o visual comecei a descida para o ponto de snorkel.

Um lugar com a água bem azulzinha e lobos marinhos curtindo a vida.

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Já próximo do final do dia comecei minha caminhada de volta e meio que sem querer encontrei a indicação para uma praia para ver o por do sol. A praia era linda!

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Dei muita sorte! Foi um por do sol incrível!!!!!!!!!

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22/02/2018 – San Cristóbal

 

Acordei bem cedo para o tour 360º. Paguei US$ 160 pelo tour.

 

O tour dá toda a volta na Ilha de San Cristóbal, mas os pontos de parada que são os mais interessantes, fora uma praia ou outra que avistávamos que dava vontade de conhecer.

 

A primeira parada é para uma caminhada onde podemos avistar formações rochosas e lagoas bem bonitas.

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Depois fomos para o snorkel. Demos muito azar nessa hora. É um lugar que dizem que 99% das vezes se vê tubarões… Bom, nesse dia eles não estavam lá. E a visibilidade estava muito ruim… Não foi um snorkel dos mais legais, apesar de eu ter visto 2 vezes uma espécie de nudibrânquio bem bonita, além de muitos camarões e caracóis em forma de espiral bem diferentes!

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Seguindo fomos esperar o barco em uma praia bem bonita e ficamos um pouquinho lá curtindo. Passa tanta coisa na cabeça em lugares como esse……..

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A próxima parada era Punta Pitt, Eu já vim pondo pilha nos caras por conta de Punta Pitt o rolê inteiro, então quando chegamos lá o cara parou de verdade para eu conseguir ver os pássaros e tirar umas fotos… Pelo visto era só uma paradinha rápida, mas como eu falei com eles, ficamos um tempinho a mais por lá.

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Tinha muita ave ali!

Inclusive a que eu estava atrás, o Atobá de Pata Vermelha (Sula sula), ou Piquero de Patas Rojas, ou ainda Red Footed Booby 🙂

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Já satisfeito, seguimos para uma praia onde ficamos curtindo um pouco a praia mesmo.

Nessa praia tinha um jovem lobo marinho bem debilitado… Magrinho que só. Aí eu fui falar com o guia se eles têm algum programa de ajuda para esses animais quando os encontram precisando de ajuda, que na minha opinião era bem o caso daquele. Infelizmente ele disse que não e eles só agem se for algo não natural. Nesse caso não parecia que era o caso, então eles não faziam nada…… Uma pena. Não sei se o coitado iria conseguir sozinho, mas é a vida.

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E por último, fomos para Kicker Rock. Uma formação rochosa sensacional

 

A vida debaixo d’agua é incrível. Corais, peixes, tartarugas e muitos tubarões! Isso que a gente estava só de snorkel… Mergulhar lá deve ser sensacional!

 

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Do lado de fora também é bem legal!

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E foi isso. Acabei ficando bem satisfeito com o passeio! Foi tudo muito bacana!

 

Daí foi só pegar o por do sol na cidade, comer e dormir.

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23/02/2018 – San Cristóbal

 

Esse dia tirei para conhecer La Loberia.

 

É uma praia bonita, com uma piscina natural onde ficam os Lobos Marinhos e é possível fazer snorkel, e a parte desprotegida, onde quebram altas ondas e ficam os surfistas.

 

Nesse dia dei um pouco de azar. Só tinha um lobo marinho nadando por ali e para piorar ele estava bem agressivo. Ficou colocando a galera para correr o tempo todo.

O tempo ainda estava péssimo e choveu muito! Mas muito mesmo. Muita chuva por muito tempo. Meio que deu uma miada no rolê.

 

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Já na hora que estava saindo apareceu um filhote de lobo marinho e ficou lá nadando um pouco.

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Então voltei pegar minhas coisas no hostel e fui para o barco. Dessa vez dei sorte. Era um barco confortável e com espaço sobrando. Foi tranquilo o trajeto entre San Cristóbal e Santa Cruz.

 

De noite só fiquei caminhando no centrinho e jantei.

 

24/02/2018 – Santa Cruz

 

Dia do mergulho em Gordon Rocks. Paguei US$ 160 no mergulho.

 

A expectativa desse dia era grande! Muitas chances de mergulhar com Tubarões Martelo… Eu queria muito isso!

 

O passeio começa cedo. Tem que estar as 6 da manhã na agência de mergulho.

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Lá nos encontramos todos, comemos um pão e um café com leite e partimos para o local de saída do barco, que não é muito pertinho.

 

O barco vai tranquilo até Gordon Rocks.

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Quando chegamos lá tinha um lobo marinho que tinha pegado um peixe e ficou lá se exibindo para nós com seu peixe na boca! Foi bem legal! Pena que ninguém estava com a câmera nessa hora.

Depois um pelicano quis porque quis pegar minha máscara de mergulho… Foi engraçado! Aí todo mundo correu pegar as câmeras para tirar foto!

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Bom, lá recebemos as orientações do mergulho, nos equipamos e bora para a água!

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O lugar é sensacional… A quantidade de tubarões é impressionante! Para todos os lados.

Já nesse primeiro mergulho vi 2 Tubarões Martelo, mas o melhor estava reservado para o segundo mergulho.

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Infelizmente algo errado aconteceu com minha câmera e entrou agua no case. Não tinha câmera para o segundo mergulho e tive que pedir para o pessoal que mergulhou comigo me enviar as fotos, porque esse segundo mergulho foi insano!

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Eu vi mais de 200 Tubarões Martelo em cardumes de mais de 40 de cada vez… Foi uma das coisas mais bonitas que vi na minha vida… Era maravilhoso!

Vi algumas raias, mas no final enquanto estava fazendo minha parada de descompressão, vi um cardume de raias que foi algo indescritível. Não dava para contar… Umas 60, 70… Sei lá. Elas passaram tranquilamente por baixo de mim…….. Nossa, que imagem. Queria cortar os pulsos por não estar com minha câmera.

 

Que mergulho!!!!! Missão cumprida!!!!!!!

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Depois que voltamos não tinha muita coisa para fazer e acabei ficando descansando na pousada.

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De noite fui dar minha volta e vi uma coisa que me deixou com pena dos equatorianos… O futebol deles é tão ruim que eles acham espaço para passar um jogo entre Flamengo em Fluminense do campeonato carioca na TV… Coitadinho daquele povo….

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25/02/2018 – Santa Cruz

 

Nesse dia estava meio sem muito o que fazer e também sem dinheiro… Então decidi fazer o Tour da Baía… Acho que paguei algo em torno de US$ 25 ou US$ 30,00. Não me lembro exatamente.

 

Acabou que foi um passeio bacana, apesar que dispensável para quem já tinha feito alguns rolês por lá. Mas eu gostei. Ocupou bem minha manhã!

 

Vimos muitos animais no passeio. Inclusive uma das fotos que mais gostei da viagem eu tirei nesse passeio.

 

Vi Atobás de Pata Azul, Lobos Marinhos, Iguanas, Pelicanos, Caranguejos, Fragatas e até um cachorrinho marinheiro!!!!

 

Choveu muito esse dia também e foi um transtorno andar de chinelo na lama dos lugares que o passeio parava… O pé afundava com lama até as canelas! Tive que tirar e andar descalço mesmo.

Essa foto logo abaixo é a que representa muito o que é Galápagos. Existem 6 espécies diferentes de animais nessa foto. Só a Fragata está desfocada no fundo… As outras todas aí no primeiro plano!!!!

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Foi um passeio bacana!

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No volta, mais um show de Galápagos… No píer tinha um cardume de Golden Rays, vários tubarões e lobos marinhos nadando juntos… Que absurdo esse lugar!

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Daí fui almoçar e depois iria para o centro de pesquisa Charles Darwin. Meu último passeio da viagem.

Só tive que esperar o dilúvio que estava caindo na cidade passar.

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O Centro de Pesquisa Charles Darwin tem várias partes, nem todas abertas para turistas. As principais atrações são as tartarugas gigantes, claro, mas tem outras coisas para ver também.

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Aí no centro está “empalhado” (não sei qual é o nome correto disso) o Solitário George. Ele morreu em 2012 já bem velhinho.

Ele que já foi parar no Guinness Book como o animal mais raro do mundo!

 

Existe uma visitação controlada no local que ele fica.

Quando eu o vi lá me deu um nó na garganta…… Triste……….

 

Ele foi uma das minhas grandes motivações de colocar Galápagos no meu radar de viagens… Ele é a história diante dos nossos olhos… Ele representa o que as pessoas estão fazendo com esse planeta.

Uma pena que não consegui ir enquanto ele ainda estava vivo. L

 

Além de ter uma história tão triste de como foi encontrado na Ilha de Pinta depois de sua espécie já ter sido dada por extinta… Tadinho!

Mas tenho certeza que foi muito bem cuidado nos últimos anos de vida depois que foi levado para Santa Cruz.

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Obrigado Lonesome George, por ajudar a abrir os olhos das pessoas! Obrigado por me levar à Galápagos!

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Bom, encerrado o passeio ainda parei na praia que fica dentro da área do centro de pesquisas. Muitos Darwin’s Finches na praia fazendo amizade com a galera… Principalmente os que deixavam farelos escaparem de suas refeições!

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Então me despedi de Galápagos.

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26/02/2018 – Santa Cruz

 

No aerporto

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Espero realmente um dia voltar para conhecer as coisas que não tive oportunidade nessa viagem. É tudo tão perfeito por lá!

 

Valeu!!!!

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Nova Zelândia – 4/11

11/03/2015

 

Acordamos bem cedinho para completar nossa viagem e não correr o risco de perder o transporte que havia reservado no Tongariro National Park.

Como iríamos fazer a travessia Tongariro Alpine Crossing, sairíamos de um lugar e chegaríamos em outro. Então ou na ida ou na volta, teríamos que pegar um transporte para nos levar no outro ponto da caminhada.

Escolhemos deixar o carro na saída da travessia e pegar o transporte logo de manhã para o início da travessia. Assim quando chegássemos, já exaustos, iríamos direto para o carro.

Eu consegui deixar reservado com o cara por e-mail, mas tem vaga para quem não reserva e quer pegar na hora. Tem umas 4 empresas que fazem esse transporte lá.

 

No caminho o motorista do ônibus vai explicando as coisas de lá e apesar de ser relativamente seguro, ele deixa bem claro que se alguma atividade vulcânica acontecer, o negócio é correr pela vida!

Eles falam bem sério essa hora!

 

A travessia é pesada… São 20km cheios de subidas e descidas, mudança climática, pisos diferentes… Não é fácil e quem não tem um preparo físico mínimo, não sei se é aconselhável fazer essa trilha.

Não tem absolutamente nada no caminho para vender e as únicas estruturas de apoio são 2 banheiros para todos os 20km.

Já tem que levar toda a água e comida que vai usar nesse dia. São aproximadamente 8 horas de caminhada que o pessoal fala para considerar. Nós fizemos em um pouco menos que isso.

 

 

 

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Bom, começamos a caminhada… Essa primeira etapa é a mais tranquila… Plana e com um caminho feito pelo pessoal de lá.

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Vai tudo bem até que se chega a hora de começar a subir naqueles vulcões e montanhas… Tem inclusive uma placa questionando se estamos preparados para continuar!

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Putz, a partir dali é treta… E vai subindo aquelas montanhas imensas por trilhas estreitas… Que canseira!

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Aí ainda faço a burrice de deixar minha camiseta cair no caminho… Quando percebo, nós chegamos a cogitar seguir e deixar a camiseta para trás, mas aí um pessoal que estava passando fala que viu minha camiseta um pouco ali para baixo.

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A Ba que foi buscar, pois ela tem muito mais preparo físico do que eu. Se eu fosse acho que estava lá até hoje!!!

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E toca nós subindo aquelas montanhas…

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São diversas formações rochosas e lagoas coloridas que se encontra no caminho.

Eu particularmente gostei muito dessa…

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Bom, mas vamos direto ao ponto…

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Já chegando perto das lagoas com tons de verde e amarelo, tem uma descida bem complicada… Eu tomei um tombo e fiquei com a perna toda ferrada!

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Aí paramos um pouco nas lagoas para tirar umas fotos e descansar um pouquinho.

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Mais para frente passamos por essa lagoa azul, muito bonita também.

Nesse ponto já estávamos em uma altitude bem mais elevada e o frio começou a apertar.

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Nessa altura eu já estava bem cansado e cada vez menos tinha pique para tirar fotos! Então tenho poucos registros dessa parte para o final da caminhada.

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Em um determinado momento da descida, mais para o final da caminhada, o ambiente muda completamente. Já é uma parte mais quente e úmida, e cresce muita vegetação, inclusive árvores altas…

É muito louco essa hora… Você sai de um deserto frio para uma “floresta tropical” em uns 10 minutos de caminhada.

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Fiz um amiguinho no caminho também.

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Bom, seguimos caminhando em uma trilha que parecia que não teria fim… Tinha uns momentos da caminhada que era engraçado… Tem umas placas que faltam 10 km que nunca acabam… A gente andava e quando aparecia uma placa, ainda faltava 10 km!!! Era desesperador!!! Ficou assim por um tempão!!!

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Bom, já achando que jamais sairia daquela trilha, chegamos ao fim!

Já estava com muita dor nos pés e no joelho. Foi uma sensação ótima conseguir chegar ao fim da trilha.

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O chato é que ainda tínhamos um bom tempinho de viagem até o lugar que passaríamos a noite, em Whanganui, no litoral oeste da ilha norte.

Mas tudo bem, estava cansado, mas ainda tranquilo para dirigir.

 

Saindo do Tongariro National Park acabamos dando carona para um casal de alemães que tinham feito a trilha também.

Fomos conversando bastante com eles e foi uma conversa muito bacana! Falando de coisas da Alemanha e do Brasil… Bem interessante. Claro que o 7 x 1 não ficou de fora da conversa! Mas para minha sorte nós dois estávamos torcendo para a Alemanha! Então a conversa foi mais fácil!!!

 

Deixamos eles em seu destino e depois de um tempo chegamos em Whanganui. Era uma cidade bem arrumadinha, mas não conseguimos aproveitar nada de lá… Estávamos exaustos.

 

Aqui foi uma parada no caminho para repor as energias com um belo prato gorduroso de Fish n’ Ships

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A cidade que ficamos era bonitinha, bem organizada e o camping também era bacana. Mas nesse dia não tinha como sair para conhecer a cidade…

Comemos um negócio e fomos dormir.

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Nova Zelândia – 9/11

19/03/2015

 

Acordamos cedo e estava um frio insano… Foi bem difícil criar coragem para ir até o banheiro naquele frio!

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Bom, tudo pronto, caímos na estrada em direção a Milford Sound.

A principal atração de Milford Sound são seus Fiordes, mas a viagem até lá faz como que o passeio seja realmente especial. Tem uns tours que saem de Queenstown bem cedo e fazem um bate e volta em Milford Sound. Eu jamais faria isso. Não que Milford Sound não seja muito legal por si só, porque é, mas a viagem e o que se encontra no caminho fazem toda a diferença!

Bom, então fomos curtindo a viagem até lá…

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Te Anau era um local que tínhamos uma parada já programada. Iriamos almoçar por lá e conhecer a cidade que fica na beira de um lindo lago.

O primeiro lugar que fomos era um local de conservação de aves locais por onde se podia passar e ver algumas aves que eles mantinham. Não era um lugar fechado, como um zoo… Era uma área aberta com alguns lugares onde eles cuidavam das aves.

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Depois fomos até o centrinho comer. Acabamos pegando umas empanadas e comendo em umas mesas no meio de uma praça bem grande.

Mesmo depois de alguns dias por lá, essa sensação de liberdade e facilidade de em todo lugar encontrar locais públicos, seguros e limpos para que todos possam desfrutar é surreal.

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Te Anau é a última cidade com alguma estrutura antes de Milford Sound. Lá se tem que encher o tanque do carro, pois não existem postos de gasolina dali para frente. Saindo de lá já se entra em uma área de reserva federal e a estrutura é bem limitada.

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Aqui uma parada…

 

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Aqui outra parada…

 

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Mais uma parada…

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Aí paramos quase sem querer nesse lugar que eu vi meio de relance e acabei voltando para dar uma olhada melhor… Que lugar espetacular!!!!!

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Bom, mais uma paradinha para curtir o lugar

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Esse túnel é uma parte curiosa do passeio. Tem um farol pois é só uma faixa. Tem que esperar o pessoal de um lado passar para o outro lado sair.

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E por dentro ele é direto na rocha!

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Então paramos em um lugar e por sorte encontramos esse lindo casal de Kea.

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Os bonitinhos ficaram com a gente lá um tempão. Claro que queriam comida, e apesar do pessoal de lá insistir bastante para não alimentarmos os animais silvestres, acho que o pessoal não resiste a essas belezuras!

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Muito legal!

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Depois disso finalmente chegamos em nosso camping. Fizemos o check in e fomos dar uma volta no “centro” de Milford Sound.

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Ainda não tinha entendido muito bem qual era o esquema por ali…

Lá não tem absolutamente nada!!! Tem esse camping que ficamos, um hotel, a estrutura do porto de onde saem os barcos de passeio, um aeroporto para monomotores que fazem o passeio pelos Fiordes, e o alojamento que as pessoas que trabalham lá ficam…

Não existem casas, bairro, ou outras ruas… Lá é o fim da linha!

A internet é via satélite e caríssima para usar. A galera que trabalha lá fica semanas sem ir para uma cidade… Não tem mercado, não tem lojas, não tem restaurantes ou lanchonetes, não tem nada!!! O pessoal fica bem isolado!!!

 

Bom, compreendido isso, demos uma andada por lá e voltamos para nosso camping.

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Como não tem nada por lá, o nosso camping é um dos lugares onde a galera vai para descontrair… Tem um bar, uma sala de leitura grande onde a galera se reúne… É um ambiente bem legal!!!

 

Pedimos um vinho e um negócio para comer e ficamos lá de bobeira um pouco curtindo o movimento.

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Só faltou o Rock N’ Roll do Café Piu Piu aqui da Rua 13 de Maio… Quase lá!!!! 😉

 

Fomos então dormir, parando no caminho para apreciar aquele céu indescritível…. Absolutamente perfeito!

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Nova Zelândia – 11/11

21/03/2015

 

Era nosso dia de irmos embora de Queenstown, mas não antes de eu pular daquela ponte!!!!

 

Acordamos, fechamos nossas malas e já deixamos tudo pronto para irmos para o aeroporto direto…

 

Cheguei e já fui logo pagar o pulo.

Lá não pode desistir… Depois de pago, ou pula, ou perdeu a grana!

 

Aí tem que fazer a pesagem e ir para a fila dos pulos.

 

Eu fiquei vendo a galera pulando e me deu bastante medo… Mas tudo bem, acho que é normal ter medo de pular de uma ponte de 43 metros!!!!

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Aí quando chegou minha vez foi aquela adrenalina maluca… Vem então aquela pergunta interna: “Por que estou fazendo isso???” Hahahaha!!!!

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Bom, pernas presas de um jeito que você não acredita que é só aquilo que vai te segurar, e depois de algumas instruções bem básicas, vou andando para a beira da ponte…

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Difícil explicar a sensação naquela hora……. Era só adrenalina no corpo….. Cheguei a hesitar por alguns segundos e aí mergulhei……….

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Nossa, que coisa maravilhosa… Fazer isso em um lugar desse, com um visual absurdo e uma história incrível desse esporte foi indescritível!!!!

 

Quem sabe em uma próxima tento pular com alguma fantasia, igual esse rapaz vestido de fada!

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Depois do salto ainda tivemos tempo de conhecer o Kiwi Bird Park, um local de preservação de Kiwis e diversas outras aves e animais.

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Antes comemos alguma coisa na cidade

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Lá no Kiwi Bird Park eles mostram como alimentam os Kiwis… Em um tubo que é enterrado na terra para o Kiwi ter que procurar a comida por conta própria.

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Passeamos por lá e seguimos para o aeroporto. Ainda tínhamos um jantar de encerramento da viagem que prometia!!!

 

Quando chegamos em Auckland, acabamos decidindo alugar um carro, pois pegamos um hotel perto do aeroporto e ficava meio longe da cidade. Só de táxi para irmos jantar e voltar já certamente iria ficar mais caro do que o aluguel.

Acabamos pegando um Corolla Hatch que era o que tinha disponível. Eles não tinham um carro mais popular, mas acabaram fazendo um desconto!

Fomos para o hotel nos arrumar rapidinho que já tínhamos que sair para o restaurante.

Fomos em um restaurante que se chama The French Café. Descobri sobre esse lugar porque ele estava em 4º lugar na lista da Trip Advisor de melhores restaurantes do mundo do ano anterior.

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Lá é tudo muito chique! Acabamos pedindo o Menu Degustação para provarmos de tudo um pouco…

As porções são pequenas e os 2 trogloditas aqui comem bastante… Chegamos a achar que teríamos que passar no Mc na saída para completar o “tanque”!!!

Estávamos enganados!

Foram vários pratos diferentes, e cada um era explicado com detalhes sobre o que tinha lá e qual era a inspiração do Chef para criar aquele prato! Bem legal!!!

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Estava tudo uma delícia! Bom mesmo!!!!!

Que jantar!!!!

 

22/03/2015

Bom, chegou o dia de ir embora… Muita tristeza.

Como ainda tínhamos tempo até a hora do voo, fomos dar umas voltas por lá sem muito rumo…

Primeiro paramos em um templo budista que fica meio fora da cidade, o Fo Guang Shan Temple.

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Lugar bonito com uma vibe bem legal… Estava tendo uma celebração e conseguimos assistir um pouquinho do que estava rolando… Legal ver o pessoal vestido para a cerimônia.

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De lá fomos para um parque mais central que agora me fugiu o nome. Era um parque bacana e estava bem cheio, mas nada de mais… Um lugar legal para passear apenas.

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Chegou então a hora mais triste de toda viagem… A hora de partir.

Sem grandes problemas fomos para o aeroporto, devolvemos o carro e embarcamos para uma longa viagem que por conta do fuso horário nos fez chegar em SP apenas uma hora depois que embarcamos em Auckland. Muito louco isso!

 

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Aqui já no aeroporto de SP. Para não nos deixarem esquecer que voltamos para o terceiro mundo! Um funcionário tentou forçar o portão para passar a bagagem… Deu nisso!

 

 

Foi isso…. A Nova Zelândia é um lugar dos sonhos… Realmente espero poder voltar para lá um dia e curtir mais desse lugar abençoado!!!!!

Te amo para sempre NZ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

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