Riga, capital da Letônia

Olá Viageiros!!!

 

Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.

 

Eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade… Acho que lá o turismo é mais fácil e tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.

Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.

 

De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.

 

Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.

 

Vamos lá…

 

Cheguei em Riga no início da noite em um voo da Air Baltic vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.

 

Transporte

Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda

Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus de linha que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto de partida fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.

 

Hospedagem

Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.

Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.

 

O Rolê

Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.

Foi bem estranho isso… 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.

Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!

Era muito curioso… Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!

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0008 Monumento da Liberdade

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0011 Powder Tower

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Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.

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Alimentado, segui o rolê pelo centro…

0025 Igreja de São Pedro

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Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.

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0047 Vanšu Bridge

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Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

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Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada…

 

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Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!

 

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Aqui é uma das áreas mais charmosa que achei…

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E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

 

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Hawaii – 2009

Olá amigos viageiros!!!

 

Aqui vai um pouquinho da minha primeira visita ao Hawaii, que foi em Junho de 2009

 

Fui para a Big Island, casa do feroz vulcão Kilauea.

 

Aproveitei que meus pais estavam indo para lá e arrumei um sofá para mim no hotel que estavam!

Foi uma hospedagem mais confortável das que costumo pegar por conta própria!!!!!

 

Cada uma das ilhas do Havaí tem sua característica: Oahu tem a estrutura de Honolulu e as ondas de North Shore; Maui (que ainda não conheço) tem suas lindas praias; E a Big Island tem a natureza abundante e a fúria de seus vulcões!

A Big Island é linda!!!!! Os pássaros, a paisagem, a vida marinha, as praias, enfim, absolutamente tudo é lindo lá!

Como não é a ilha mais habitada, essas belezas naturais são muito preservadas, mas vendo também a parte das facilidades, as vezes não era fácil achar um restaurante aberto de noite para jantar um pouco mais tarde, por exemplo.

Fiquei hospedado na cidade de Kailua.

 

E assim foi…

 

 

20/06/2009

 

Depois de encontrar meus pais no aeroporto de San Francisco, eu vindo de Los Angeles e eles de algum outro lugar que não me recordo agora, pegamos o voo juntos para Kailua. São aproximadamente 5 horas de voo.

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Chegamos, pegamos o carro alugado e fomos para o hotel.

Esse primeiro dia não fizemos muita coisa e ficamos curtindo o hotel mesmo. Era um lugar bem bonito com muita coisa para fazer.

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Será o São Benedito?!?!?!

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De tarde teve uma cerimonia havaiana para os hospedes e depois eu tratei de reservar os mergulhos que queria fazer lá para os dias seguintes.

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21/06/2009

 

De manhã fomos visitar uma praia de areia preta.

A areia é assim por conta de pequenos fragmentos de lava que se acumulam nessas praias.

 

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De tarde eu saí para meu primeiro mergulho.

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A visibilidade estava muito boa e tinha muita vida lá!!!

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Depois um tempinho na superfície para comer alguma coisa, assistir o lindo por do sol e se preparar para o mergulho noturno com as Raias Mantas!

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O mergulho é específico para ver as raias se alimentando durante a noite.

São colocadas lanternas no fundo do mar para atrair o plancto, e, consequentemente, as raias!

Elas ficam muito perto de nós e passam sempre encostando em nossas cabeças! Por isso nesse mergulho nem pode descer com snorkel acoplado na mascara, pois pode pegar nelas.

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São animais maravilhosos!

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Elas ficam dando um looping para pegar o plancto que é espetacular de assistir!!! Aquele bixo monstruoso dando voltas e mais voltas, comendo um bichinho que a gente nem consegue ver!

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Ainda consegui ver alguns peixes, uma moréia e uma linda Siba!

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Missão cumprida! Bora descansar para o outro dia!

 

 

22/06/2009

 

Esse dia fomos passear pela ilha, parando em alguns lugares, incluindo o jardim botânico.

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Aqui já dentro do Jardim Botânico

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Depois fomos conhecer o norte da ilha

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23/06/2009

 

Logo cedo já saí para mais 2 mergulhos.

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Mais uma vez as condições estavam muito boas e foram dois ótimos mergulhos!

 

 

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Aqui mais um exemplo da diferença de fazer isso em países de primeiro mundo… Um cardume de golfinhos cruzou nosso barco e o instrutor disse que quem quisesse cair para nadar com eles, estava liberado… Ele apenas passou algumas rápidas instruções e estávamos liberados!

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Aqui no Brasil os caras nem sonhariam em permitir isso, como eu já presenciei.

Bom, claro que peguei minha máscara e me joguei na água.

Foi sensacional!

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Depois Descemos para o segundo mergulho

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E assim encerrei meus mergulhos na Big Island!!!

 

De tarde ficamos curtindo o hotel e a região por ali.

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24/06/2009

 

Tiramos esse dia para conhecer o Parque Nacional dos Vulcões.

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Um lugar impressionante com vários vulcões ativos e um cenário maravilhoso!

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Também caminhamos pelos túneis de lava (Lava Tubes), que são túneis esculpidos pela lava procurando um lugar para sair!

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A natureza no local é impressionante, especialmente por pensar que estamos basicamente em cima de pedra!

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Aqui estamos dentro da cratera de um vulcão ativo…

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Quando de repente surge esse arco íris que fica somente dentro da cratera

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Realmente isso é quando a natureza sorri para você!!!!!

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Passamos praticamente o dia inteiro dentro do parque

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De noite fomos ver a lava de um vulcão em erupção que fica constantemente derramando lava na ilha.

 

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As fotos ficaram muito ruins, mas a cena de ver a lava descendo do vulcão é espetacular!

 

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Impressionante e lindo!

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25/06/2009

 

Era nosso último dia inteiro e decidimos sair para explorar as praias da ilha.

 

Saímos rodando curtindo a natureza!

São muito pássaros por lá!

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Praias de pedras vulcânicas de todas as cores!

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Bichos…

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Árvores…

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Um lugar para ver os Petroglifos das civilizações que viviam lá há centenas de anos atrás.

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Paramos em praias de areia branquinha e água muito gostosa.

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São muitas por la!!!

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Aqui uma praia de pedras vulcânicas bem branquinhas!

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Essas “lagoas” são áreas preservadas que possuem ligações subterrâneas com outras lagoas.

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E por fim ainda vi algumas ondas havaianas que são bem mais raras nessa época do ano!

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26/06/2009

 

Dia de se despedir do Hawaii!

A Big Island é um lugar único! Lugar onde a natureza não está para brincadeira!!!!

Espero voltar um dia!

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Chernobyl

Olá amigos viageiros!

 

Aqui vai o relato de minha visita à Chernobyl!

 

Para me seguir lá no Insta…

Instagram: @profissaoviageiro

 

 

Só um aviso, se apagar a luz você vai perceber que esse relato brilha no escuro!!! Hahaha!

 

Visitar Chernobyl foi algo sensacional! Um passeio único com muitas experiências diferentes e histórias da União Soviética que são incríveis!

 

O que me levou a visitar um lugar desse?

Tudo começou com uma conversa com um amigo inglês. Ele mencionou e eu já adorei a ideia!

Aquilo é uma amostra do que aconteceria com a Terra se do dia para a noite os humanos simplesmente fossem embora daqui. A natureza voltaria a tomar conta do que é dela, engolindo a bagunça que deixamos para trás.

Impressionante ver um lugar daqueles e ouvir tantas e tantas histórias do que rolou naquele lugar.

 

Essa visita foi feita em 23/11/2017

 

Esse tour só é permitido com uma agência de turismo regulamentada. Existem algumas que oferecem o passeio. Não tem tanta diferença de uma para outra e a maioria delas oferece a opção também de passar a noite dentro da zona de exclusão.

 

Bom, vamos lá…

 

Para quem não sabe, em 26 de Abril de 1986 o reator 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu e causou o pior acidente nuclear do mundo até hoje.

O governo soviético tentou esconder o ocorrido até que outros países da Europa, como a Suécia (beeeem longe de lá), por exemplo, perceberam que algo estava bem errado. Só aí eles admitiram o acidente.

Tinha muita coisa acontecendo completamente fora do controle deles. Após alguns dias eles evacuaram as cidades vizinhas à usina e posteriormente criaram 2 áreas de exclusão.

Em um raio de 30km da usina inicia a primeira área de exclusão. A segunda a 10km da usina, com uma contaminação bem pior.

 

São tantas histórias insanas que escutamos lá que nem sei se consigo reproduzir todas aqui… Mas o negócio foi bem tenso.

A usina ficava a menos de 3km da cidade de Pripyat, uma cidade modelo que a União Soviética usava como exemplo de como o patético regime socialista “funcionava muito bem”. O Governo sempre levava delegações de outros países para se hospedarem lá, tentando impressionar com a estrutura da cidade.

Morar em Pripyat era muito bom mesmo. Segundo a nossa guia, lá surgiu o primeiro supermercado da União Soviética inteira e era o único lugar que o governo sempre abastecia para não deixar faltar alimentos e outros itens. Inclusive isso estava causando algum desconforto para os moradores de Pripyat, pois pessoas de outras cidades da União Soviética viajavam centenas de quilômetros para fazer compras lá, o que gerava filas intermináveis nesse mercado que se alongavam pelo meio da cidade! Como em todo bom regime socialista/comunista as pessoas não tinham nada em suas cidades e preferiam isso a passar fome ou necessidade de itens básicos.

O governo demorou mais de 24 horas para iniciar a evacuação de Pripyat, e só fez isso quando a radiação já estava em níveis absurdos.

O governo preferiu não falar a verdade para a população. Os moradores foram informados que a evacuação era temporária e por isso alguns não levaram muito mais do que a roupa do corpo… Nunca mais voltaram para casa. Por isso que ainda se vê muitos itens pessoais nas casas do jeito que foram deixados a mais de 30 anos atrás.

 

As histórias do que se refere ao controle do acidente, como conter as chamas do reator e isolar a radiação, são bizarras.

As pessoas ainda não entendiam muito bem os efeitos da radiação. Esse trabalho foi feito por voluntários e membros do exército (que não tinham muita escolha). Impossível imaginar que algum deles saiu sem sequelas desse trabalho.

As pessoas responsáveis por esse trabalho receberam o nome de Liquidadores.

Diziam que a radiação era tão forte que até a cor dos olhos mudava nos trabalhadores que ficavam dentro da usina depois de algumas horas de trabalho.

Máquinas chegavam a quebrar devido a exposição da radiação.

Foi algo absurdo!

 

Bom, vamos à visita…

 

O Tour começa em Kiev logo cedo. Pegamos uma van e vamos em direção norte.

O primeiro check point é para entrada na zona de exclusão do raio de 30 Km. Temos que parar, descer e sermos identificados pelos membros do exército que ficam lá.

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Dentro dessa parte da zona de exclusão a radiação ainda não muda muito no ar. O principal problema está no solo.

Durante todo o tour não podemos apoiar nossas coisas no chão, encostar em plantas ou qualquer outra coisa.

 

Vamos então parando em alguns vilarejos no caminho para ver o que sobrou deles.

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Basicamente todas as casas que eram feitas de madeira foram demolidas e enterradas. Não é possível descontaminar madeira, então o jeito foi demolir e enterrar. As de alvenaria ainda estão de pé.

Existem alguns cachorros soltos dentro da zona de exclusão que são alimentados basicamente pelos turistas e trabalhadores de lá.

Também existem muitos outros animais soltos, inclusive se não me engano lá é um dos poucos lugares do mundo que existem cavalos selvagens.

Eu não vi nada além de cachorros e pássaros.

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Aqui as tábuas de madeira foram arrancadas. Aparentemente até boas tábuas de madeira não era fácil de conseguir, então elas podem ter sido tiradas para serem reutilizadas em outro lugar.

Outra explicação é que as pessoas na época não colocavam seu dinheiro no banco, pois o justíssimo sistema socialista poderia confisca-lo sem grandes explicações. Então as pessoas escondiam o seu dinheiro em baixo do piso de suas casas. Como durante a evacuação muitos saíram correndo e nem levaram seus pertences, algumas pessoas voltaram paras as casas abandonadas e tentavam achar dinheiro em baixo dos pisos para roubá-lo.

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Paramos em umas 2 ou 3 vilas antes de chegar na cidade de Chernobyl. Lá até que está conservada, porque as pessoas que trabalham dentro da zona de exclusão usam Chernobyl como base, além do hotel que se pode passar a noite também ficar lá. Então é um visual um pouco diferente do que se vê no resto do passeio. Chernobyl até que está “arrumadinha”.

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A foto está péssima, mas esse é um monumento onde cada uma das vilas dentro da zona de exclusão está representada por esses círculos. Na verdade o resto do monumento está atrás de mim.

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Aqui estão os nomes de todos os moradores de Chernobyl que tiveram que deixar a cidade durante a evacuação,

 

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Nosso almoço foi servido aqui, no refeitório de uma “pousada”.

Não se pode comer nada ao ar livre aqui. Toda a comida que é servida tem que vir de fora da zona de exclusão.

Só por garantia deixei meu medidor de radiação (Contador Geiger) ligado do lado das coisas que estava comendo!

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Depois do almoço fomos tirar umas fotos com os uniformes e equipamentos do pessoal da nossa agência.

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No meu tour também estava incluído dirigir o carro deles, um Lada top de linha que um Ucraniano que estava no passeio contou que um modelo daquele na época da União Soviética tinha fila de espera de até 20 anos!!! Hahaha!!!!!!! Viva o socialismo!!!!

Bom, pisaram na bola e não teve o rolê no Lada. No final do tour eu reclamei formalmente sobre isso.

Mas pelo menos tirei umas fotos no carro!

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Bom, depois disso que começa a parte mais tensa do passeio. Entrando dentro da zona de exclusão do raio de 10Km.

Mais um lugar que temos que sair do veículo e o pessoal do exército de novo confere um por um.

Desse ponto para frente a radiação no ar já aumenta, e sobe muito em determinados lugares. Muito mesmo!

 

Vamos em direção a Pripyat, fazendo algumas paradas no caminho.

 

Esse é um lugar bem famoso, onde sempre vemos fotos sobre Chernobyl. Aqui era uma escola primária. É um dos lugares mais tristes de se visitar.

 

 

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Depois paramos em um lugar já pertinho de Pripyat onde conseguimos ver os reatores da usina que estavam em funcionamento e também do outro lado os 2 outros reatores que estavam sendo construídos.

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Essa imensa estrutura metálica é o sarcófago novinho em folha que serve para conter a radiação do reator 4. Ele foi construído para substituir o primeiro sarcófago que havia sido construído para durar 30 anos.

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Esse novo sarcófago foi criado para durar 100 anos e o que eles esperam é que até lá já se tenha descoberto novas formas de conter essa radiação de uma forma mais eficaz e definitiva. Com o conhecimento e tecnologia de hoje, acho que isso era o melhor que dava para fazer!

 

Aqui dá para ver as chaminés dos outros reatores… O 1 e o 2, da direita para a esquerda, são essas chaminezinhas lado a lado com uma chaminé grande entre eles.

O 3 está dentro dessa casinha e o 4 dentro do sarcófago.

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Aqui as obras nunca terminadas dos reatores 5 e 6.

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Chegamos então na entrada de Pripyat!

A cidade foi inaugurada em 1970 e evacuada em 1986. Tinha aproximadamente 48.000 habitantes na época.

 

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Quando entramos na cidade é algo realmente muito louco. A guia ia mostrando as fotos de como era a cidade e nós vamos vendo como está agora… É impressionante!

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Esse que é o primeiro supermercado da União Soviética!

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Vamos entrando em diversos prédios com muito cuidado para não cair em um buraco ou o piso ceder com a gente em cima.

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Aqui material político dos soviéticos!!!!

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Imagina entrar em um lugar desses de noite!!!!!!!

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Esse era o ginásio de esportes da cidade!

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Fomos então para o famoso parque de diversões.

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Essa é a roda gigante que nunca foi utilizada. Sua inauguração estava marcada para alguns dias após o acidente nuclear.

Hoje ela é um dos grandes símbolos de Pripyat e ninguém nunca deu uma volta nela!

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Essa aqui é a avenida principal da cidade… Assistimos um vídeo dentro da van de como era isso aqui antes… Não dá para acreditar que estamos no mesmo lugar!

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Aqui era um outro complexo esportivo.

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Depois disso fomos para o ponto mais próximo do reator. Ficamos a 300 metros de distância da usina que causou o maior acidente nuclear da história!!!!!!

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Isso é muito louco!!!!

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Quando saímos de lá passamos pela área mais contaminada por radiação do planeta terra: A Red Forest.

Eu realmente não queria que nossa van quebrasse alí!

 

Quando estamos chegando perto, a nossa guia sem falar nada só liga o medidor de radiação dela e fica mostrando para nós. Meio que sem entender muito todo mundo deixa o próprio medidor ligado…

De repente ela começa a fazer a leitura e todos os alarmes dos nossos medidores começam a apitar… E ela vai lendo…

Dois ponto três… Cinco……. Doze……… Quatorze………. Dezessete…….. Dezoito……… Vinte e dois………..

E o negócio não parava de subir… Isso tudo no meio daqueles alarmes tocando sem parar.

Foi insano!

 

Só como referência, uma radiação considerada “normal” é de 0,1 nessa unidade que nossos aparelhos mediam.

 

Mas foi tudo muito rápido. De repente já tínhamos passado a Floresta Vermelha e tudo voltou ao normal!

Pena que ela não avisou antes e preferiu fazer o mistério, se não teria filmado isso! Sério, foi bem louco!

Mas foi bacana também o suspense!!!!!

 

Isso porque estávamos dentro da van. O veículo protege muito da radiação. As diferenças que eu media de dentro para fora da van eram imensas nos lugares que descíamos. Mesmo dentro das casas o nível de radiação já caía bastante.

Eu fico imaginando a radiação desse lugar, mesmo mais de 30 anos depois do acidente…..

 

De lá partimos para a última grande parada do tour… Uma antena!

 

Mas não era qualquer antena… Era a DUGA, ou DUGA 3!

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Essa anteninha foi construída com propósitos militares em um esquema ultra secreto do governo soviético. O local nem endereço tinha e na estrada que levava até o local da antena eles tentaram dar a impressão que se tratava de um local de acampamento estudantil.

É como se aqueles filmes de espionagem começassem a ganhar vida!

Para eles aquela história toda era muito real…

Realmente se alguém descobrisse aquilo, ia ser difícil de convencer que era só uma anteninha tentando captar uma rádio de sertanejo universitário aqui no Brasil, por exemplo!!!!

 

Olha o ponto de ônibus perto de lá com um ursinho desenhado!

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A entrada era só esse portão, para não chamar muito a atenção

 

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Essa antena também ficou conhecida como o pica-pau russo, pois causava interferência de rádio em ondas curtas com um som parecido de um pica-pau por todo o hemisfério norte!

Algumas teorias de conspiração achavam que eram os russos tentando entrar na mente das pessoas!!!

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Na verdade ela servia (ou deveria servir) para identificar lançamentos de mísseis de países inimigos a uma longa distancia, dando tempo de se prepararem para sua defesa.

Aparentemente ela não funcionava muito bem, dando alarmes falsos, por exemplo, o que não deixou o pessoal de lá nada satisfeito, uma vez que o custo para construir aquilo foi algo estratosférico!

Eu é que não queria ser o responsável pelo projeto em uma hora dessas !!!!!

 

No final das contas o que eles deixaram foi uma estrutura bem bonita e imponente, ainda mais em um dia ensolarado de outono!!!

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Essa placa de radiação é só enfeite… O local não possui contaminação especialmente significativa!

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Aqui a nossa guia e o atual guardião da antena!

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Mesmo sendo Outono estava muito frio e já nevava bastante por lá.

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Após as instalações ultra secretas do governo soviético, foram só mais duas paradas rápidas….

 

Uma para ver algumas máquinas utilizadas no trabalho de isolamento do reator na época da explosão:

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E um monumento em homenagem aos liquidadores e bombeiros que foram responsáveis por todo o trabalho de combater o incêndio e conter a propagação da radiação:

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Depois disso só paramos nos check points para medição de radiação em nosso corpo e roupas…

Eram máquinas muito velhas! Espero que estivessem funcionando bem e não deixaram eu voltar para casa com um tênis cheio de radiação!

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E foi isso! Foi assim meu dia em Chernobyl. Um dia cheio de experiências, histórias e aprendizado! Valeu demais o passeio!!!!!!

Nota 10!!!

 

Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser alguma dica, é só falar!

 

Abraço!!!!!

 

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Enjoy Chernobyl…

… Die Later!

 

Galápagos

Olá amigos viageiros!

Aqui vai um breve relato da viagem que fiz sozinho para Galápagos agora em Fevereiro de 2018.

Qualquer dúvida é só mandar!

 

Então……

As coisas mudam tão rápido na vida…

Essa viagem não foi na data que planejei inicialmente, não foi do jeito que planejei inicialmente e nem rolou todas as coisas que sonhei no princípio, mas no final das contas fiz uma ótima viagem para Galápagos e voltei cheio de recordações incríveis!

 

Foram 8 dias em Galápagos, incluindo os de chegada e saída. Foi correria, principalmente porque conheci as 3 principais ilhas: Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela.

 

Fiz tudo da forma mais econômica possível, sem deixar de fazer nada que queria.

 

E assim foi:

 

18/02/2018 – Santa Cruz

Cheguei no aeroporto de Santa Cruz que fica na Isla Baltra ao meio dia, depois de um voo de SP para Lima, Lima para Quito, Quito para Guayaquil e Guayaquil para Baltra. Estava meio cansado!

 

A essa altura já tinha pagado US$ 20,00 em Quito para pegar um formulário de entrada em Galápagos.

Quando chega, já mostra esse formulário e paga mais US$ 50,00 para entrar.

Então antes de ver um passarinho sequer, já se vão US$ 70!!!!

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Fiz então o caminho da boiada… Primeiro o cachorro do policial cheira algumas malas, dá o seu ok e vamos todos para fora do aeroporto. Quem não tem esquema já arranjado, precisa pegar um ônibus de graça até a travessia entre as ilhas Baltra e Santa Cruz. Faz a travessia de balsa por US$ 1,00 se não me engano e depois pega um ônibus até Puerto Ayora por US$ 2,00 (acho) em uma viagem de quase 1 hora.

Quem quiser pegar um taxi, existem muitas opções lá também. São sempre caminhonetes e se pode compartilhar com outras pessoas, mas se forem turmas diferentes, cada um paga a tarifa cheia e o cara deixa cada um em seu destino.

 

Chegando no terminal de ônibus, existem alguns taxistas lá esperando. Como eu não tinha reservado hotel, fiquei vendo a movimentação da galera… Mas foi tudo muito rápido… Cada um já se pirulitou para dentro dos taxis com os nomes dos hotéis que estavam indo e em menos de um minuto já não havia mais taxis lá.

Nesse momento dei a maior sorte que poderia ter dado nessa viagem. Conheci o César, que estava lá oferecendo o seu hotel para os passageiros que chegavam.

Só tinha ele lá e meio que sem opções aceitei ir com ele conhecer seu hostel. Ele foi muito simpático e disse que se não gostasse ele me deixaria no centro para eu procurar outro lugar.

Bom, cheguei lá e o lugar era muito bom além de que o César e a Alexandra, que eram os donos, eram sensacionais. Negociei uma suíte com TV e ar condicionado por US$ 25 por dia.

Disse que tinha dado sorte, porque o César me ajudou com absolutamente tudo na viagem e economizei uma grana com isso, sem contar que dava tudo certo, pois ele sabia os esquemas! Eles foram muito legais comigo, nem acreditei a sorte que dei!!!!

Deixo aqui os contatos do Cezar, que recomendo muito!

 

Nesse dia eu tentei organizar com eles tudo que queria fazer, descobri que tinha coisas lotadas que não conseguiria fazer (como Isla Bartolomé, por exemplo), e depois saí para o único rolê que dava tempo no dia: Las Grietas e Playa de los Alemanes.

Peguei uma carona com o Cezar até os restaurantes baratos que ele me indicou para comer alguma coisa e depois fui para o píer. Peguei um aquataxi por US$ 0,80 e caminhei até Las Grietas, passando pela Playa de los Alemanes.

Tinha um pessoal lá, mas sem muvuca. Me joguei na água fria e fui até onde dava no fim da formação rochosa.

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Já na volta parei na praia Los Alemanes para curtir um pouco.

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De noite voltei para a rua dos restaurantes para jantar.

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Comi todos os dias aqui. Pagava US$ 5,00 em uma refeição com sopa de entrada, um prato principal e um suco. Ótimo custo/benefício!

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19/02/2018 – Santa Cruz

 

Nesse dia pela manhã o Cezar me deixou em um lugar para tomar o típico café da manhã de Galápagos: Um Bolón com carne e ovo frito!

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Daí peguei um taxi até a entrada da trilha para Tortuga Bay. É uma bela caminhadinha até chegar na praia…

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Quando chega, percebe-se que valeu a pena! Uma praia linda!!!!

Lá se chega pela Playa Brava, e caminhando até o fim dessa praia se encontra a Playa Mansa, onde a maioria da galera monta acampamento.

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Eu fiquei a maior parte do tempo entre as duas praias, em uma piscina natural onde várias iguanas nadavam.

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De tarde fui fazer o tour nas terras altas com o Cezar. Paguei US$ 50,00.

Lá as tartarugas gigantes vivem em seu habitat natural. Nesse mesmo passeio se vê os Túneis de Lava, e os Gemelos.

Foi muito bacana o passeio… Muito mesmo. As tartarugas são incríveis e conseguimos ficar muito perto delas. Realmente um dos pontos altos da viagem! Queria ter ficado mais por lá.

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Nesse dia esqueci meu guarda-chuva lá e o Cezar deu um jeito de um conhecido dele pegar e me levar lá na pousada!!!!

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Túneis de Lava

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Los Gemelos

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Como alguns passeios estavam lotados e para não perder tempo, decidi ir para Isabela no dia seguinte e deixar reservado meu mergulho em Gordon Rocks para minha volta para Santa Cruz.

Infelizmente muitos passeios estavam lotados e não consegui mesmo fazê-los. Uma pena.

Quase nem o mergulho consigo. Eu ia fazer no dia seguinte, mas quando voltei para reservar já estava lotado o barco. Aí o Cezar conseguiu com um outro cara pelo mesmo preço que esse para o dia que voltasse para Santa Cruz.

 

Ele também me ajudou com os passeios em Isabela me colocando em contato com o Carlos e agilizando tudo para mim, inclusive o aviãozinho de Isabela para San Cristóbal

PQP, ele me ajudou muito!

Aí ele também conseguiu o ticket para o barco para Isabela pela manhã. Custa US$ 30,00.

 

 

20/02/2018 – Isabela

 

Peguei o barquinho pela manhã, pagando ainda US$ 1,50 para o aquataxi me levar até o barquinho que não encosta no porto.

Era um barquinho meio apertado… Não foi das viagens mais confortáveis. Demorou um pouco mais de 2 horas a viagem.

Chegando em Isabela já tinha o pessoal da pousada Coral Blanco me esperando com plaquinha e tudo no píer.

 

Ah, quando chega em Isabela tem que pagar uma taxa de US$ 10,00 para entrar… Lembra aqueles US$ 70? Então, viraram US$ 80 só para sorrir!

 

Bom, Isabela tem menos estrutura que Santa Cruz.

As cores do mar são impressionantes!

 

Quando cheguei descobri que apesar da pessoa da companhia aérea ter confirmado que havia um lugar no voo no dia anterior, quando foi ver direito de manhã , não tinha lugar nenhum….. Isso me deixou bem puto, porque teria que abrir mão de ir para San Cristóban, pois não teria tempo de ir de barco.

Me colocaram em uma fila de espera e ficaram de confirmar de tarde se arrumariam uma vaga ou não.

Aí também descubro que o passeio para Los Tuneles estava lotado nesse dia e também no próximo…. Isabela não estava me dando muita sorte…

O que fiz foi reservar o passeio para Las Tinoneras para o dia seguinte pela manhã e fui fazer outros passeios para Concha de Perla, a pé, e o Muro das Lágrimas de bike (US$ 10 por meio dia de aluguel).

Concha de Perla fica bem pertinho do píer de entrada de Isabela. É uma grande “lagoa” de água do mar com peixes e lobos marinhos.

Eu estava tão queimado de sol que fiquei mais me protegendo do sol do que fazendo snorkel no lugar.

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Aqui é a praia do lado do píer, cheia de lobo marinho.

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Quando voltei, almocei e aluguei a bike para fazer o Muro das Lágrimas.

Fazendo um breve desvio no caminho, o primeiro lugar que parei foi o Centro de Crianza Arnaldo Tupiza. Um centro de criação das tartarugas gigantes de Galápagos. É possível ver as tartarugas de várias idades em ambientes fechados.

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Depois parei na Laguna Salina do lado do centro para ver os Flamingos que vivem lá.

 

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Então retomei meu rumo em direção ao Muro das Lágrimas.

 

Quando cheguei no checkpoint do muro, encontrei uma menina do Japão que estava na minha pousada. Acabamos fazendo o resto do passeio juntos.

 

 

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A partir desse ponto já começamos a encontrar as tartarugas gigantes de Isabela no caminho.

Sensacional!

 

 

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Existem muitas paradas no caminho até o muro, mas decidimos não parar muito e se tivéssemos tempo pararíamos na volta em alguma coisa.

 

O muro em si não tem muita graça e nem muito sentido. O que vale é o passeio.

 

 

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Existe um morro ao lado com mirantes e decidimos subir até onde desse

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Na volta só paramos para as tartarugas mesmo.

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Eu estava meio com pressa, pois precisava saber se teria ou não um voo no dia seguinte, porque se não tivesse precisaria reorganizar toda minha viagem.

 

Assim que cheguei na pousada recebi a notícia que conseguiram um assento para mim no dia seguinte as 13hs. Perfeito!!!!!

 

Ainda deu tempo de pegar o por do sol na praia já bem feliz que o avião tinha dado certo!

 

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Fui então tomar um banho e me arrumar para procurar um lugar para jantar.

Me encontrei com minha amiga japonesa e fomos em um restaurante que tinha umas promoções de comida e de drinks.

 

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Estava tudo muito bom.

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Ficamos conversando um pouco e depois fui dormir porque no outro dia tinha que acordar cedo para o passeio e ela tinha que pegar o primeiro barco para Santa Cruz muito cedo!

 

21/02/2018 – Isabela / San Cristóbal

 

De manhã o pessoal do tour para Las Tintoneras passou para me buscar.

O tour saiu por US$ 35,00

 

Chegamos lá no píer e ficamos esperando o horário do barco sair, enquanto isso fui fazer amizades com os lobos marinhos!

 

 

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Quando o passeio começa, a primeira parada é tentar encontrar os Pinguins de Galápagos. Não tivemos sucesso, mas por sorte encontramos o Atobá de Pata Azul (Sula nebouxii), ou Piquero de Patas Azules, ou ainda Blue Footed Booby 😉

 

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Foi o primeiro da viagem esse. Muito lindo!

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Bom, sem os pinguins por perto, seguimos a viagem para uma caminhada de onde se pode avistar os Tubarões de Galápagos e um local que eles usam para descanso.

Um lugar com muitas e muitas iguanas, fragatas e algumas outras aves, caranguejos, tartarugas marinhas e os tubarões, claro!

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A caminhada termina em uma linda praia que não podemos entrar e é destinada apenas aos moradores locais… Lobos Marinhos e todos os outros animais!

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Na volta, como não tínhamos visto os pinguins, fui lá encher o saco para procurarmos mais. E funcionou!

Avistamos um casal voltando do mar e ficamos lá um pouco pertinho deles curtindo.

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De lá fomos para a área de Snorkel. Provavelmente o melhor Snorkel que fiz em Galápagos.

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Vi de tudo… Peixe, ouriço, iguana, estrela do mar, tartaruga, arraia, etc.

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E com isso, encerramos o passeio.

 

Eu já estava na pressão na galera para me levarem embora porque não podia perder meu voo!

No final deu tempo tranquilamente. O Carlos ainda pegou o carro da dona da pousada que estava e me deu uma carona até o aeroporto. E ainda não quis que eu pagasse pelo transporte… Foi muito gente boa!!!!!!!

 

O contato do Carlos lá em Isabela é:

Carlos Valencia

+593 096 7643662

 

O Voo foi um capítulo a parte… Era necessário, além de muito bonito sobrevoar as ilhas, mas eu estava com um baita frio na barriga… O aviãozinho era muito pequeno!

Eram 10 lugares… O piloto e mais 9 passageiros.

E eu vacilei. O assento do lado do piloto podia sentar. Eu não sabia e sentei lá atrás. Que vacilo!

No final o voo foi bem tranquilo e muito bonito!

Custou US$ 135,00 o voo de Isabela para San Cristóbal e durou 45 minutos pela companhia Emetebe.

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Quando cheguei em San Cristóbal foi a mesma patifaria dos taxis. Um taxista chamou um taxi extra para mim e um casal que ficou para trás.

Como não tinha lugar para ir, pedi que ele me levasse para um hostel barato. E deu tudo certo.

 

Aí saí para fechar os passeios. Na verdade só iria fazer um passeio. Minha ideia inicial era fazer o tour para Punta Pitt, onde vivem os Atobás de Pata Vermelha. Não tinha nenhum tour para lá no dia seguinte, então fiz o Tour 360º. Ele passava por Punta Pitt, mas não descia, além de outros lugares bacanas, como Kicker Rock por exemplo. No final achei que foi a melhor coisa, pois vi vários Atobás e ainda fiz muitas outras coisas!

 

Com isso resolvido, parti em direção ao Cerro Tejeretas.

No Cerro Tijeretas existe um mirante com um visual bem bonito e para quem quer continuar, uma trilha já mais “suja” (sugeriram não fazer de chinelo, por exemplo) até uma outra praia com uns 40 minutos de caminhada a mais. A trilha até o mirante é urbanizada e até que tranquila.

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Eu me dei por satisfeito no mirante e após curtir o visual comecei a descida para o ponto de snorkel.

Um lugar com a água bem azulzinha e lobos marinhos curtindo a vida.

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Já próximo do final do dia comecei minha caminhada de volta e meio que sem querer encontrei a indicação para uma praia para ver o por do sol. A praia era linda!

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Dei muita sorte! Foi um por do sol incrível!!!!!!!!!

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22/02/2018 – San Cristóbal

 

Acordei bem cedo para o tour 360º. Paguei US$ 160 pelo tour.

 

O tour dá toda a volta na Ilha de San Cristóbal, mas os pontos de parada que são os mais interessantes, fora uma praia ou outra que avistávamos que dava vontade de conhecer.

 

A primeira parada é para uma caminhada onde podemos avistar formações rochosas e lagoas bem bonitas.

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Depois fomos para o snorkel. Demos muito azar nessa hora. É um lugar que dizem que 99% das vezes se vê tubarões… Bom, nesse dia eles não estavam lá. E a visibilidade estava muito ruim… Não foi um snorkel dos mais legais, apesar de eu ter visto 2 vezes uma espécie de nudibrânquio bem bonita, além de muitos camarões e caracóis em forma de espiral bem diferentes!

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Seguindo fomos esperar o barco em uma praia bem bonita e ficamos um pouquinho lá curtindo. Passa tanta coisa na cabeça em lugares como esse……..

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A próxima parada era Punta Pitt, Eu já vim pondo pilha nos caras por conta de Punta Pitt o rolê inteiro, então quando chegamos lá o cara parou de verdade para eu conseguir ver os pássaros e tirar umas fotos… Pelo visto era só uma paradinha rápida, mas como eu falei com eles, ficamos um tempinho a mais por lá.

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Tinha muita ave ali!

Inclusive a que eu estava atrás, o Atobá de Pata Vermelha (Sula sula), ou Piquero de Patas Rojas, ou ainda Red Footed Booby 🙂

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