Nova Zelândia – 2/11

09/03/2015

 

Acordamos bem cedo e completamos nossa viagem até Waitomo Caves, que era nosso primeiro destino.

Aqui mostro só um pouquinho do esquema da Campervan e de camping, antes de cairmos na estrada…

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Ainda bem cedinho pudemos apreciar esse visual deslumbrante na estrada

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As cavernas de Waitomo são conhecidas pelos Glowworms que as habitam, que são larvas que emitem luz, assim como um vaga-lume, por exemplo, mas os Glowworms ficam com a luz ligada direto, e não piscando como os vaga lumes.

Eles ficam no teto das cavernas escuras, dando a impressão que estamos olhando para um céu absolutamente estrelado bem acima de nossa cabeça.

 

Lá se pode fazer o passeio tradicional, em cima de um barquinho que vai navegando pelo rio que existe dentro das cavernas, ou em outras atividades mais radicais que eles oferecem, que são bem mais demoradas e caras.

 

Eu optei por fazer o Black Abyss, que é um passeio de aproximadamente 5 horas que inclui rapel para dentro da caverna, tirolesa, boia dentro do rio, caminhadas dentro da caverna e a escalada por uma cachoeira para sair da caverna.

É um passeio sensacional!

A minha única crítica a esse passeio é que não se pode entrar com câmera fotográfica… Eles dão um monte de desculpa e falam que não pode… Aí eles tiram fotos e vendem no final, mas as fotos são muito ruins!!!! Eles dão foco nas pessoas e não nas belezas da caverna, então é um monte de foto escura com a cara da galera… Nada a ver… Aí eu não comprei e acabei ficando sem nenhuma foto do lugar.

Apenas para referência, peguei essas fotos da internet para dar uma ideia do lugar para quem não conhece:

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Bom, mas tudo bem, o passeio é muito bom! Primeiro fazemos um breve treinamento de rapel e começamos a descida para a caverna. Como fui um dos primeiros, fiquei bastante tempo lá em baixo esperando todos descerem. Aí aproveitei para ficar vendo de perto alguns Glowworms que estavam bem pertinho.

Eles são como uma minhoquinha transparente, bem fininha, e com uma pequena parte com alguma pigmentação, e um espaço para a parte que brilha, um ponto pequeno no meio do corpo dela que brilha uma luz meio azulada e bem redondinha.

 

Com todos lá em baixo, iniciamos nossa caminhada pela caverna, e cada vez vamos vendo a caverna mais bonita com os bichos iluminando todo o teto.

 

Então chegamos na tirolesa. Um a um vai descendo com todas as lanternas apagadas, deixando apenas a escuridão e aquele “céu estrelado” incrível! Sensacional!!!!

 

Ali caminhamos mais um pouquinho e paramos para o primeiro lanche.

 

Então começou a parte de passar frio!!! Era o passeio de boia dentro do rio. Pulamos de uma pedra para dentro do rio e começamos a subir o rio, onde chegamos em um pedaço que paramos e ficamos curtindo o lugar… Muito bom… O silencio, o lugar, a escuridão para todos os lados… Muito bom!!!!!!!

 

Começamos então a descer o rio até um ponto que tivemos que deixar as boias e seguir o rio a pé. Caminhamos bastante por dentro do rio em partes mais rasas e alguns pontos mais fundos. Tem até um escorregador em uma parte que foi feita uma barragem. Tem uma parada para lanche também durante a caminhada.

 

Até que chegamos na parte final do passeio. A escalada da cachoeira para sair da caverna.

Vamos tendo que passar por espaços bem estreitos nessa parte final até começar a subir, escalando as pedras até a parte de fora da caverna. Bem legal também! Lindo escalar com a água caindo na nossa cabeça e achar a saída da caverna quando tudo vai ficando claro……. Irado!!!!!

 

E por fim o pessoal nos leva de volta à sede para um último lance e para mostrar as fotos.

 

Foi um passeio sensacional! Foi caro, mas valeu muito a pena!!!!!!

 

De lá tomamos nosso rumo para Rotorua. Inicialmente nossa ideia era passar em Hobbiton nesse meio do caminho, para conhecer as casinhas dos Hobbits, mas pelo que vi era um passeio bem dispensável.

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Chegando em Rotorua, já fiquei de queixo caído de ver o lugar onde passaríamos a noite. Ficamos em um espaço bem de frente para o Lago Rotorua! Era uma vista maravilhosa!

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Em todos os lugares eu peguei o melhor espaço disponível. Os espaços para Campervans com entrada de energia elétrica são sempre as melhores vagas e eu achei que pegaria um carro com energia, então reservei essas “vagas”. No final das contas não usamos a tomada, mas ficamos nos melhores lugares dos campings, e a diferença era sempre muito pequena da vaga sem tomada, uns NZ$ 5,00 ou menos. Valeu muito a pena!

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Estávamos mortos de fome e fomos até o Skyline de lá para comer alguma coisa e passear um pouco.

Skyline é uma montanha com um monte de atrações lá em cima. Pode pagar apenas o teleférico para te levar lá em cima, ou pode-se também comprar alguns combos incluindo as atrações que quiser.

Nós acabamos incluindo o Luge, que é uma espécie de carrinho de rolimã bem mais incrementado.

Aí se desse a montanha a milhão naquele carrinho!!! Bem divertido!!!

 

Bom, subimos e já fomos comer em um dos restaurantes lá de cima. Era um horário meio ruim e não tinham todas opções, mas conseguimos arrumar uma refeição bem gostosa.

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Tinha um monte de tico tico lá em cima que ficava querendo compartilhar a refeição com a gente! Ficaram lá fazendo companhia para nós um tempão enquanto eu dava uns arrozinhos para eles!

 

 

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Depois fomos brincar no Luge! Tem uma breve explicação de como funciona e depois é montanha abaixo!

Tem 3 ou 4 tipos de pistas desde iniciantes até experts.

Bem divertido!

 

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Bom, depois disso ficamos mais um tempinho lá em cima e já descemos para voltarmos para o camping.

 

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Em todos os lugares tinha um pessoal jogando Rugby!

 

Nessa noite não fizemos nada de mais e só preparamos nossa janta no camping e dormimos.

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Nova Zelândia – 3/11

10/03/2015

 

Acordamos bem cedo e de cara já ficamos babando com a cena do sol nascendo no lago bem na nossa frente, com os patos e cisnes… Que espetáculo!

 

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Ficamos curtindo o nascer do sol e depois preparamos nosso café da manhã.

 

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Nosso destino pela manhã era o Wai-O-Tapu, um parque geotermal espetacular com gayser, lagoas coloridas e bastante atividade vulcânica.

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A primeira atração do dia é ver o gayser principal do parque. Essa é uma atração que acontece logo cedo, e por sorte chegamos a tempo de ver, pois não sabíamos que isso era uma atração com hora marcada.

A erupção do gayser é induzida, então tem toda uma apresentação e então eles jogam um composto que faz o gayser entrar em atividade.

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A água vai muito alta! Achei bem bacana!

 

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Nesse dia o primeiro incidente com o carro… Deixei o farol ligado e quando voltei o carro estava sem bateria…

O problema é que quando acaba a erupção do gayser, todo mundo vai embora para a outra pare do parque e o lugar fica abandonado… eu dei sorte de ver o pessoal do parque indo embora e corri lá e consegui avisar que estava sem bateria e precisava de ajuda. O cara, meio na correria, disse ok e voltaria para ajudar, e já vazou……

Na hora não senti firmeza nenhuma. Aí quando todos se foram, ainda sobrou um outro carro sem bateria também. Aí o cara veio falar comigo e ficamos aguardando os caras do parque. Senti até um alivio de não estar lá sozinho e se precisar ter como se separar para ir achar ajuda…

Só que depois de um tempo o cara tentou ligar o carro dele de novo e o carro pegou.

Aí ele foi embora e nós ficamos sozinhos lá!

Mas depois de um tempinho, não é que o cara do parque volta com um negócio de dar carga na bateria! Foi conectar a bateria dele e ligar o carro!!!

Nada como estar no primeiro mundo!!!

Bom, aí finalmente conseguimos seguir o passeio!

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Então entramos na outra parte de lá, onde vamos seguindo um caminho ao redor do parque que vai passando pelas principais atrações.

São diversos lagos, cada um com uma cor e um cheiro diferente. Um espetáculo!

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Esse é sem dúvida o mais lindo de todos os lagos. Um monte de cores em uma água quente e cristalina são um show!

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Esse lago verde também é muito legal!

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Cada cor diferente é um minério diferente que está concentrado naquele lugar. Um solo riquíssimo e lindo!

 

Saindo de lá fomo almoçar em um Pub no centro de Rotorua.

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Eu achei Rotorua bem mais legal do que imaginava. Não esperava encontrar uma cidade tão bacana como ela é.

Passeamos um pouco pela cidade e fomos para o Rainbow Springs Wildlife Park.

 

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O Rainbow Springs é um parque mais para família, mas cheio paisagens bonitas, pássaros e coisas para fazer.

Eles são uma das principais entidades de preservação do Kiwi, que é a ave símbolo da Nova Zelândia e está ameaçada de extinção.

Lá então podemos aprender bastante sobre os kiwis e ver alguns deles em um ambiente muito controlado para gerar o mínimo de stress para os bichos.

 

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Esse lugar onde eles ficam é escuro, pois é uma ave noturna e sua visão não é das melhores. E eles ficam uma boa parte de dia dormindo, então não é muito comum ver os bichos passeando pelo lugar.

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DICA – No Rainbow Springs, assim como muitos outros lugares que fui, eu comprei o ingresso em um site de desconto. Eu usei muito o Book Me – www.bookme.co.nz – mas existem outros.

Muitas das coisas que se faz por lá você consegue desconto nesses sites. Economizei bastante usando eles!!!!

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Saindo de lá já seguimos nosso caminho até a próxima parada. No dia seguinte iriamos fazer o Tongariro Alpine Crossing, mas pela distância, decidimos dormir um pouco antes de chegar no parque, em Turangi, no extremo sul do Lago Taupo.

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Ainda conseguimos correr até o Lago Taupo esse dia para pegar o pôr do sol.

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Depois no camping, curtimos o céu estrelado absurdo daquele lugar…

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