Nova Zelândia – 1/11

Ir para a Nova Zelândia sempre foi um sonho e eu não tenho palavras para explicar como eu fiquei feliz de fazer essa viagem!

Tudo de bom que se escuta de lá é verdade. Que lugar!!!

Fiquei duas semanas por lá com minha namorada e exploramos aquele país no máximo que foi possível nesse curto espaço de tempo.

Certamente uma das viagens mais especiais da minha vida. Espero voltar lá algum dia para matar as saudades desse lugar incrível e conhecer o que ficou faltando dessa primeira vez.

 

A viagem foi feita em grande parte de campervan, que é um motorhome pequeno e sem banheiro.

Ficamos alguns dias de carro normal e fizemos um trecho de avião, em um percurso total que começou em Auckland e terminou em Queenstown.

 

Fizemos: Auckland – Waitomo Caves – Rotorua – Tongariro National Park – Wellington – Picton – Nelson – Abel Tasman National Park – Kaikoura – Christchurch – Wanaka – Queenstown – Te Anau – Milford Sound – Queenstown – Auckland

 

Entre Picton e Christchurch fizemos de carro. O trecho de Christchurch para Queenstown de avião, assim como o trecho de volta para Auckland, saindo de Queenstown, também de avião.

O resto foi de campervan, que foi uma experiência sensacional de andar com a casa nas costas igual a tartaruga, para lá e para cá!!!

 

A estrutura dos campings onde se para a Campervan é perfeita. Todos os lugares que paramos tinham ótimos banheiros e cozinha! Inacreditável como era tudo limpo e organizado.

Parar em campings é obrigatório para quem está de campervan ou motorhome sem banheiro. Quem tem banheiro no motorhome tem a opção de parar em “estacionamentos” públicos, que não têm a estrutura de camping, mas também não paga nada para passar a noite lá.

 

 

E foi assim…

 

08/03/2015

Auckland

 

Chegamos em Auckland depois de muito tempo que eu tinha saído da minha casa… Estava bem cansado… Saí de casa era Sexta Feira de manhã, dia 06/03, e cheguei em Auckland era Domingo….. Estava atordoado.

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Primeira coisa foi comprar um chip pré pago de telefone para podermos usar o 3G e fazer ligações, caso necessário.

Tem alguns planos para turistas que eles oferecem lá no aeroporto. Tem um inclusive que dá direito a usar um Wi Fi que a companhia disponibiliza em diversos lugares das cidades. Tem um monte de pontos mesmo! Eu não peguei esse, então estava limitado ao plano que peguei. Tinha que dar uma economizada, pois usamos muito os mapas e GPS do celular a viagem inteira.

 

Fomos então pegar nosso carro / casa. Alugamos na Jucy, que foi um dos poucos lugares que têm estrutura por todo o país.

Isso foi algo que me deixou muito surpreso quando fui alugar a campervan. Apesar de ser algo enorme esse negócio de aluguel de motorhome e campervan, a grande maioria das empresas são locais, o que dificulta muito para quem vai fazer o percurso em uma única direção e não vai retornar com o carro.

Algumas empresas chegam a cobrar mais de mil dólares para você devolver o carro em uma cidade em que eles não têm escritório. E a grande maioria sequer aceita esse tipo de devolução.

Deu uma canseira até entender que a melhor opção era a Jucy, mesmo não sendo a mais barata.

Tem também a questão de horário, que essas empresas locais nem sempre estão abertas no horário que você precisa retirar ou devolver o carro, então, ou nem consegue alugar, ou tem que pagar taxa extra para devolver fora do horário de funcionamento deles.

Para quem vai pegar e devolver o carro no mesmo lugar e dentro dos horários comerciais, aí tem opção que não acaba mais, mas para quem não vai fazer isso, as opções são bem restritas.

 

Bom, pegamos o carro, o pessoal explicou lá como funcionava para usar as coisas da cozinha, como montar a cama, etc.

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Tudo pronto, seguimos para o centro de Auckland para conhecer a cidade.

A primeira parada foi na Sky Tower. Paramos nossa casa em um estacionamento próximo e fomos andando até a torre. Já logo subimos e ficamos curtindo o visual lá de cima.

 

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Auckland é uma cidade linda!!!!

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Depois fomos para o andar de baixo onde funciona um café. Comemos uns sanduíches e tomamos umas cervejas locais com aquela vista sensacional!

 

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Lá na torre era possível fazer alguns esportes radicais, como andar pelo lado de fora da torre ou simplesmente pular lá de cima!

É inacreditável como lá os caras arrumam um jeito de se jogar de cima de qualquer coisa que eles acham!!!!!!!! Não tem nada que eles não achem um jeito de transformar em uma aventura!

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Bom, depois da Sky Tower fomos para Mission Bay, uma área de parque e praia ainda perto do centro da cidade.

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Ficamos por lá um tempo dando uma relaxada e curtindo o visual.

Não é uma praia linda, mas é bem bacana por ser dentro da cidade e ter o parque onde a galera fica passeando e fazendo esporte.

 

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De lá partimos para o parque que fica o Auckland War Memorial Museum. Um parque bem legal.

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Depois de uma breve passagem pelo museu, fomos conhecer o Auckland Domain, que é uma espécie de jardim botânico que fica dentro desse parque.

Muito bonito!

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Então já indo embora, paramos para assistir o pessoal jogando Cricket. Tinham vários campos, um do lado do outro, e todos ocupados.

Estava rolando a copa do mundo de Cricket enquanto estávamos lá, e não sei se isso contribuiu para ter tanta gente jogando lá empolgada com o evento. Parecia bem sério… Não era uma galerinha brincando de final de semana só.

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Então fomos para nossa última parada, a Queen Street. Fomos em busca de uma casa de câmbio para trocar o dinheiro e conhecer um pouco o centro comercial de Auckland.

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A saudosa Deloitte lá ao fundo, muito bem localizada em Auckland!

 

Bem legal por lá também… Tomamos um café no Starbucks e aproveitamos para usar um pouco a internet.

Então já saímos em direção ao Sul. Nossa primeira parada seria Waitomo Caves. Para não ficar muito puxado, decidimos andar um pouco esse dia, pois ainda não tínhamos dormido decentemente há bastante tempo, e depois terminar a viagem já na manhã do dia seguinte.

Fomos então até um camping perto de Hamilton que ficava a uns 100 km de Auckland. Não me lembro o nome do camping agora.

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Esse é o meu quarto de hotel da primeira noite!!! Não vou negar que nesse primeiro dia foi estranho chegar e ver que era esse espaço que eu tinha para passar a noite!

 

Nesse dia só saímos para comer uma coisinha e voltamos para dormir…….

 

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Nova Zelândia – 2/11

09/03/2015

 

Acordamos bem cedo e completamos nossa viagem até Waitomo Caves, que era nosso primeiro destino.

Aqui mostro só um pouquinho do esquema da Campervan e de camping, antes de cairmos na estrada…

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Ainda bem cedinho pudemos apreciar esse visual deslumbrante na estrada

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As cavernas de Waitomo são conhecidas pelos Glowworms que as habitam, que são larvas que emitem luz, assim como um vaga-lume, por exemplo, mas os Glowworms ficam com a luz ligada direto, e não piscando como os vaga lumes.

Eles ficam no teto das cavernas escuras, dando a impressão que estamos olhando para um céu absolutamente estrelado bem acima de nossa cabeça.

 

Lá se pode fazer o passeio tradicional, em cima de um barquinho que vai navegando pelo rio que existe dentro das cavernas, ou em outras atividades mais radicais que eles oferecem, que são bem mais demoradas e caras.

 

Eu optei por fazer o Black Abyss, que é um passeio de aproximadamente 5 horas que inclui rapel para dentro da caverna, tirolesa, boia dentro do rio, caminhadas dentro da caverna e a escalada por uma cachoeira para sair da caverna.

É um passeio sensacional!

A minha única crítica a esse passeio é que não se pode entrar com câmera fotográfica… Eles dão um monte de desculpa e falam que não pode… Aí eles tiram fotos e vendem no final, mas as fotos são muito ruins!!!! Eles dão foco nas pessoas e não nas belezas da caverna, então é um monte de foto escura com a cara da galera… Nada a ver… Aí eu não comprei e acabei ficando sem nenhuma foto do lugar.

Apenas para referência, peguei essas fotos da internet para dar uma ideia do lugar para quem não conhece:

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Bom, mas tudo bem, o passeio é muito bom! Primeiro fazemos um breve treinamento de rapel e começamos a descida para a caverna. Como fui um dos primeiros, fiquei bastante tempo lá em baixo esperando todos descerem. Aí aproveitei para ficar vendo de perto alguns Glowworms que estavam bem pertinho.

Eles são como uma minhoquinha transparente, bem fininha, e com uma pequena parte com alguma pigmentação, e um espaço para a parte que brilha, um ponto pequeno no meio do corpo dela que brilha uma luz meio azulada e bem redondinha.

 

Com todos lá em baixo, iniciamos nossa caminhada pela caverna, e cada vez vamos vendo a caverna mais bonita com os bichos iluminando todo o teto.

 

Então chegamos na tirolesa. Um a um vai descendo com todas as lanternas apagadas, deixando apenas a escuridão e aquele “céu estrelado” incrível! Sensacional!!!!

 

Ali caminhamos mais um pouquinho e paramos para o primeiro lanche.

 

Então começou a parte de passar frio!!! Era o passeio de boia dentro do rio. Pulamos de uma pedra para dentro do rio e começamos a subir o rio, onde chegamos em um pedaço que paramos e ficamos curtindo o lugar… Muito bom… O silencio, o lugar, a escuridão para todos os lados… Muito bom!!!!!!!

 

Começamos então a descer o rio até um ponto que tivemos que deixar as boias e seguir o rio a pé. Caminhamos bastante por dentro do rio em partes mais rasas e alguns pontos mais fundos. Tem até um escorregador em uma parte que foi feita uma barragem. Tem uma parada para lanche também durante a caminhada.

 

Até que chegamos na parte final do passeio. A escalada da cachoeira para sair da caverna.

Vamos tendo que passar por espaços bem estreitos nessa parte final até começar a subir, escalando as pedras até a parte de fora da caverna. Bem legal também! Lindo escalar com a água caindo na nossa cabeça e achar a saída da caverna quando tudo vai ficando claro……. Irado!!!!!

 

E por fim o pessoal nos leva de volta à sede para um último lance e para mostrar as fotos.

 

Foi um passeio sensacional! Foi caro, mas valeu muito a pena!!!!!!

 

De lá tomamos nosso rumo para Rotorua. Inicialmente nossa ideia era passar em Hobbiton nesse meio do caminho, para conhecer as casinhas dos Hobbits, mas pelo que vi era um passeio bem dispensável.

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Chegando em Rotorua, já fiquei de queixo caído de ver o lugar onde passaríamos a noite. Ficamos em um espaço bem de frente para o Lago Rotorua! Era uma vista maravilhosa!

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Em todos os lugares eu peguei o melhor espaço disponível. Os espaços para Campervans com entrada de energia elétrica são sempre as melhores vagas e eu achei que pegaria um carro com energia, então reservei essas “vagas”. No final das contas não usamos a tomada, mas ficamos nos melhores lugares dos campings, e a diferença era sempre muito pequena da vaga sem tomada, uns NZ$ 5,00 ou menos. Valeu muito a pena!

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Estávamos mortos de fome e fomos até o Skyline de lá para comer alguma coisa e passear um pouco.

Skyline é uma montanha com um monte de atrações lá em cima. Pode pagar apenas o teleférico para te levar lá em cima, ou pode-se também comprar alguns combos incluindo as atrações que quiser.

Nós acabamos incluindo o Luge, que é uma espécie de carrinho de rolimã bem mais incrementado.

Aí se desse a montanha a milhão naquele carrinho!!! Bem divertido!!!

 

Bom, subimos e já fomos comer em um dos restaurantes lá de cima. Era um horário meio ruim e não tinham todas opções, mas conseguimos arrumar uma refeição bem gostosa.

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Tinha um monte de tico tico lá em cima que ficava querendo compartilhar a refeição com a gente! Ficaram lá fazendo companhia para nós um tempão enquanto eu dava uns arrozinhos para eles!

 

 

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Depois fomos brincar no Luge! Tem uma breve explicação de como funciona e depois é montanha abaixo!

Tem 3 ou 4 tipos de pistas desde iniciantes até experts.

Bem divertido!

 

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Bom, depois disso ficamos mais um tempinho lá em cima e já descemos para voltarmos para o camping.

 

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Em todos os lugares tinha um pessoal jogando Rugby!

 

Nessa noite não fizemos nada de mais e só preparamos nossa janta no camping e dormimos.

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